Conciliar ação e planejamento é o maior desafio para que as grandes metrópoles se mantenham entre as cidades sustentáveis no futuro. Este foi o diagnóstico apresentado em 25 de agosto pelo economista João Lins, da Pricewaterhouse Coopers, durante a 4ª Mostra Fiesp/Ciesp de Responsabilidade Socioambiental, na mesa-redonda que tratou de Desenvolvimento e Sustentabilidade.
No relatório Cidades de Oportunidades, foram ranqueados 21 municípios ao redor do mundo que apontam os melhores vetores para atratividade de investimentos e de talentos, observados a partir do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). São Paulo aparece em 17º lugar, à frente de Santiago, México City, Mumbai e Joanesburgo.
Alguns dos critérios levados em conta na seleção das 21 cidades foram os seguintes: ser um centro de mercado de capitais regional, ter boa distribuição geográfica e apresentar equilíbrio entre as economias maduras e emergentes.
João Lins, economista da Pricewaterhouse Coopers, destacou que a avaliação foi feita com 10 indicadores principais, mas considerou 58 variáveis. Ele também comentou que se a cidade de São Paulo fosse um Estado, ela seria a 45ª economia mundial.
Os melhores posicionamentos da representante brasileira no relatório são: o custo de operação (11º lugar) e demografia e qualidade de vida (9º lugar). Já as piores indicações dizem respeito a transporte e infraestrutura (2ª pior colocação, atrás somente de Joanesburgo) e saúde e segurança (3ª pior, perdendo somente para Mumbai e Joanesburgo).
Casas sustentáveis já fazem parte da nossa realidade, muitos produtos da construção civil pode ser reciclados e reaproveitados, claro que o com o devido tratamento. Para se ter uma ideia,este é um dos segmento que mais emprega matérias-primas e recursos naturais no mundo, segundo dados do Instituto para o Desenvolvimento da Habitação Ecológica (Idhea). A única forma de reverter esse cenário é fomentar as construções sustentáveis, combatendo a degradação ambiental e preservando os recursos naturais para gerações futuras.
No meio de tantas mudanças climáticas, qualquer forma de poupar o meio ambiente, porém, a maioria dessas tecnologias são caras ou simplesmente não dão retorno financeiro, pelo menos a médio e longo prazo.
Confira a seguir dez dicas para construir uma casa ambientalmente sustentável:
Antes de começar sua obra, procure um profissional que trabalhe com materiais renováveis e posso orientar sobre as novas tendências dessa área, um boa fonte de busca é a internet, pode ser uma ferramenta muito útil.
Deixe o preconceito de lado e procure toda informação sobre materiais de baixo custo ambiental, como exemplo o chamado tijolo ecológico, que é produzido com solo-cimento, alguns cálculos apontam que a economia com massa corrida e acabamento tradicional supera a diferença de custo para com o tijolo tradicional.
Peça ao engenheiro/Arquiteto, desenvolver um projeto que obtenha o máximo de isolamento possível, para aproveitar ao máximo a refrigeração e o aquecimento, evitando desperdício
Existem vários sistemas de captação de energia solar e de água da chuva disponíveis no mercado, é fato que são mais complexos de serem instalados, mas o resultado é muito bom a médio e longo prazo.
Existem medidores para o consumo de água que auxiliam de forma eficaz o combate ao desperdício.
A diferença de consumo entre lâmpadas fluorescentes e as tradicionais é absurda, caso ainda não tenha trocado corra! Vale a pena.
Reduza a utilização de ar condicionado, ou ao menos alterne sua utilização com ventiladores e circuladores de ar, a diferença no consumo é absurdamente menor.
Em vez de manter apenas áreas gramadas, plante árvores. Opte também por produzir algumas das verduras que consome diariamente, faça sua própria horta – além dos benefícios ecológicos também terá uma terapia em tanto.
Em toda linha de eletrodomésticos, existem aparelhos certificados com o selo de não agressão ao meio ambiente, opte sempre por estes produtos.
Procure sempre a informação sobre a fonte do fornecimento da madeira que foi empregado na fabricação dos seus móveis.
Projetos ecologicamente corretos com design sustentável estão cada vez mais sendo levados em consideração por empresas, que dão um importante passo em direção aos anseios de uma sociedade “antenada” no consumo consciente. O que torna esses fatores decisivos na hora da compra.
Ainda há muito que fazer, e o design com seu caráter multidisciplinar e seu poder de criação será essencial para as inovações dos novos projetos. Essa mudança de paradigma requer uma revisão de conceitos, além de conhecimento em novas tecnologias e materiais, a fim de desenvolver alternativas criativas e sustentáveis.
A utilização de materiais de pouco impacto ambiental ou reciclados devem ser implementados seriamente , um projeto realizado somente com o objetivo de fazer o produto ganhar uma cara “eco”, corre o risco de cair num clichê, o que fará com que o projeto perca força e estanque o seu desenvolvimento.
A empresa sul africanaEtsy utiliza sacos de cimento descartados na construção civil para a confecção dessa bolsa. Alguns objetos, como este, superam a idéia de solução ecológica para se tornarem objetos de estilo e design.
Um trabalho fantástico criado pelos artistas Alain Guerra e Neraldo, do Guerra de La Paz. Eles criaram esculturas incríveis com peças de roupas antigas que seriam jogadas nos lixões. A ideia deles é transformar as sobras do consumo de massa em mensagens sobre conflitos internacionais e degradação do meio ambiente.
A biblioteca pública da cidade americana de Streamwood sofreu uma bela transformação pelas mãos do arquiteto Frye Gillan Molinaro. Grande parte da estrutura original foi mantida e o novo projeto do prédio trouxe mais vida à biblioteca.
Com um pouco de concreto, vidro externo, tubulações, e um teto bem alto trazem um ar industrial ao interior do prédio e combinados ainda com algumas matizes de cores que trazem alegria e arrojo. Sem se esquecer do meio ambiente, o Poplar Creek é um ótimo exemplo do uso da eficiência energética e da construção sustentável.
Aliás essa é uma questão muito interessante, pois a equipe de projetistas do prédio analisou todo o impacto ambiental que a expansão da construção traria. Ficou claro que o projeto não teve apenas somente um olhar para o futuro, mas sim utilizar as ideias atuais e tecnologias de construção.
Lavar roupa não é sustentável, definitivamente. Gasta-se muita água e, no caso das máquinas de lavar, muita energia também.
Mas a solução pode estar chegando. A Orbital Washing Machine é ainda um protótipo, mas promete ser bem mais econômica. Ela tem um tambor que gira em dois sentidos, fazendo com que as roupas sejam lavadas mais rapidamente. Interessante também é que é possível retirar o tambor e jogar a roupa suja antes de colocar na máquina.
O conceito de Mobilidade Sustentável visa estabelecer novos meios de deslocar-se respeitando valores humanos e ecológicos, todo tipo de inovação que possa melhorar a mobilidade e a vida das pessoas. Desde a criação de ciclovias, a substituição da força motriz dos veículos, GPS mais inteligente, dispositivos de controle de poluição, etc.
Na Auto China 2010 a Volkswagen apresentou seu novo conceito, o Think Blue, uma bicicleta elétrica dobrável, que não tem pedais, possui freio a disco nas duas rodas e funciona a bateria que pode ser recarregada no próprio carro ou em uma tomada comum. Foi concebida para se encaixar, quando dobrada, no local do estepe (não me pergunte aonde você vai colocar o estepe). O conceito de Mobilidade está em utilizar a Bike como complemento do carro, você poderia estacionar ao redor de áreas centrais, onde normalmente tem tráfego elevado, e percorrer essa área com sua Bike elétrica.
A Volkswagen tem se referido a ela como “Obra de arte da Mobilidade”, na Auto China a bicicleta chamou mais atenção que os carros da marca e gerou curiosidade no mundo inteiro.
Que tal transformar as velhas gravatas de seus avôs em belas carteiras ecológicas? Foi isto que Laura Skelton da Prix-prixfez, ela produz artesanalmente carteiras, colares e outros itens sustentáveis. Todas criações são de de muito bom gosto. Infelizmente elas ainda não são vendidas no Brasil e só estão disponíveis para importação. (veja mais informações no link em destaque)
Assim como no trânsito, os sistemas elétricos também possuem “horário de pico”, geralmente entre as 17h30 e as 20h30. É neste horário que a iluminação pública é acionada e as luzes das residências acesas. É também quando os chuveiros elétricos são ligados e muitas indústrias e escritórios ainda permanecem em atividade
Tudo isso leva a um aumento significativo do consumo de eletricidade, o que, consequentemente, acarreta um dimensionamento da energia para o consumo máximo durante esse horário.
Se todos reduzissem o uso de eletricidade nessas horas, equilibrando mais o consumo ao longo do dia, não seriam necessários tantos investimentos em geração e distribuição de energia. Além disso, é mais um bom motivo para você reduzir sua conta de luz no final do mês.
Mesmo com a volta de Lps de vinil voltando para os toca discos, ainda existem muitos vinis por aí sem uso. Então que tal transformá-los em outros produtos bacanas? Através do Upcycle várias empresas reaproveitam os discos descartados e os transformam em produtos atuais e duráveis, fizemos uma lista das 5 transformações mais bacanas:
1 – Joias e acessórios
Nada mais emblemático do que transformar um antigo disco em um colar estilizado da Lady Gaga não? A empresa Junk Prints fez exatamente isto. Utilizando discos a marca cria colares bem bacanas e descolados e que podem ser personalizados com um nome a sua escolha. Cada colar custa $36,00 e esta disponível através da loja virtual da empresa.
Já a Aroha Silhouettes desenvolveu uma coleção própria de brincos e colares utilizando também o disco como matéria-prima. As peças são cortadas a laser e são super bonitas de detalhadas.
2 – Obra de Arte
O artista Jean Shin criou uma obra de arte simulando uma onda de discos e a entitulou de “Sound Wave”. A instalação foi exposta no Museu de Arte e Design de Nova Yorque.
3 – Quadros
O designer Carlos Aires criou a coleção “Love is in the air” de quadros feitos com disco. Carlos se inspirou nas letras e conteúdo de cada disco e criou uma arte exclusiva para cada um deles, o resultado é bem interessante.
4 – Bolsas
A empresa Momaboma criou uma bolsa super bonita utilizando o disco como peça central.
5 – Tigela
Tigela de pipoca com Jazz? A Vynilux produz tigelas super bacanas só com discos de monstros do Rock e Jazz. É bom gosto e boa música a mesa!