
A onda dos produtos sustentáveis já passou pelos alimentos, nos aparelhos eletrônicos já é normal e agora chega a um mercado quase que fora do imaginário popular: as lingeries.
Sim, afinal por que uma lingerie também não pode se preocupar com o meio ambiente? Algumas de vocês podem vir com o velho preconceito que por ser homem não sei o que estou falando, porém venho de uma família que durante os últimos 70 anos respirou moda, confecção e mercado de vestuário e de uma coisa posso dizer que entendo: tecidos.
Atualmente são usados 3 tipos de tecidos sustentáveis no mercado de lingerie. O algodão orgânico, o modal e a malha de bambu. O que eles tem de diferente dos demais? Cada um possui o seu ponto específico, por exemplo, o algodão não passa por nenhum processo químico durante sua produção, já a malha de bambu é resultado da fibra da planta, que possui o fácil cultivo, quase parecido com o processo do modal, que tem como matéria prima a celulose (aqui entra cultivo de árvores controladas).
O algodão orgânico deve ser plantado em terras que não vêem agrotóxicos há, no mínimo, três anos
No entanto hoje quero focar em um tecido específico (afinal, ele faz parte do nosso pequeno presente para as leitoras). De acordo com engenheiro têxtil da Un.i, Gabriel Margulies, o algodão orgânico deve ser plantado em terras que não vêem agrotóxicos há, no mínimo, três anos.
Quer algo mais ecologicamente correto que isso? E foi com esse foco que a Un.i lançou a linha Un.i Eco Organic. Para se ter uma idéia de como o conceito é forte, a linha chegou a ganhar um hotsite especial chamado “Mulheres salvando o planeta”, mas as demais ações da marca é assunto para outro tópico.
Via Com Limão






