WAKA WAKA – This Time for Africa é a música oficial da Copa do Mundo e foi lançada nesta quinta-feira, 29.4 na África do Sul.
Waka Waka – Time for Africa é cantada pela linda estrela colombiana Shakira junto com a banda sul-africana Freshlyground.
A música vem sendo tocada pelas rádios sul-africanas e provocou uma polêmica no país. Para alguns, a canção oficial da primeira Copa no continente africano deveria ser cantada por algum artista sul-africanos.
Mas para outros, isso não é um problema e astros como Shakira dão ainda mais prestígio ao evento.
Como não estamos aqui pra arrumar confusão, vamos apenas curtir o vídeos dessa canção. E já que tudo que a Shakira grava vira ouro e explode, é muito provável ouviremos esta canção até a axaustão nos próximos meses, quem sabe até a próxima copa.
Na verdade, os vídeos. Já que esxistem duas versões. Ambas são muito massa.
No dia 11 de Junho poderemos ver a Shakira cantando essa música ao vivo na abertura da Copa do Mundo direto de Johannesburgo.
Nos vídeos da até pra ver o Ronalducho, na época em que ele não era a segunda bola em campo…
Sabe aquelas lonas de caminhão,bem Velhas, gastas, cheias de remendos? Não ache estranho, elas podem ser um bom revestimento para móveis, sofás e até como tapete. É uma boa em um ambiente temático, para dar um ar de aventura para sua casa.
Só pra lembrar de que estamos falando daquelas lonas de algodão, que depois de uma lavagem ficam macias e tem uma bela textura. As lonas mais comuns hoje em dia são aquelas amarelas, de plástico, por serem mais. Mas, o produto antigo não parou de ser fabricado, você pode achar em transportadoras ou lojas de segunda mão. Hoje já é um produto muito usado na moda e agora em móveis.
Humor, fina ironia e uma profusão de referências, que vão de Tácito a Shakespeare, passando por Machado de Assis, dão forma ao romance histórico O centésimo em Roma, do escritor Max Mallmann.
Com base em sólida pesquisa, Mallmann recria, de forma magistral, a Cidade Eterna entre os anos 68 e 70 d.C.: romanos nobres e plebeus, cristãos, judeus, gregos, etíopes, indonésios e germanos convivem em vielas e becos de uma Roma que cheira a “molho de peixe, suor e esgoto”, e que por isso mesmo é amada pelo atrapalhado centurião e protagonista da história, Desiderius Dolens.
Dando vida a legionários, prostitutas, senadores e césares – a maioria com existência comprovada –, Mallmann apresenta ao leitor um caldeirão onde se misturavam corrupção, assassinatos, luxúria, vinho e muito sangue.
Edo Kriegsmann vem construindo um acessório de decoração e vai apresentar seus projetos em um canal no YouTube. O primeiro deles é a escada automática LED-lit, que responde a pressão dos passos dos usuários que usam a escada.
Como serão os carros quando as crianças que nasceram hoje completarem 18 anos? É esta pergunta que a montadora Volkswagem discute em seu projeto Volkswagem 2028.
Na visão da VW, em 2028, os carros serão como amigos dos homens. “Ele conhecerá você e pensa sobre as coisas automaticamente. Você irá achar que é normal se o seu carro te der dicas de compras inteligentes, ajudá-lo com informações para o seu trabalho e tocar sua música favorita a qualquer momento”, garantem os idealizadores do projeto.
Emissão zero de CO2
Característica essencial de qualquer carro do futuro, as tecnologias que tornarão os veículos livres de emissão de gases poluentes estarão presentes nos modelos da montadora. A estratégia da Volkswagen é baseada em uma avaliação integrada da somatória das emissões de combustíveis e de motores.
Uma alternativa da empresa para contribuir com essa meta é o uso do SunFuel, um combustível feito com qualquer tipo de matéria orgânica e que utiliza todas as partes da planta para produzir o combustível carbono neutro. A tecnologia não é tão futurista assim. Uma versão do New Beatle já utiliza o SunFuel como combustível integral. Motores híbridos e elétricos também ajudarão a tornar os carros menos poluentes.
Maia é uma adolescente que vive num bonito e pacífico planeta. O que ela e seus amigos não sabem, é que os últimos habitantes da Terra esgotaram seus recursos e agora buscam um novo lugar para habitar. Os humanos descobrem que o planeta de Maia pode ser uma solução, mas os nativos não suportarão as mudanças que serão necessárias e a raça acabará. Quando os terráqueos invadem o planeta, o pai de Maia é seqüestrado e ela rapta um piloto acidentado. Enquanto cuida dele, os dois se tornam amigos e criam um plano que poderia salvar as duas raças.
Em Tudo Pode Dar Certo, Woody Allen volta a filmar em Nova York após cinco anos. O diretor é o novaiorquino por excelência, e fez questão de protagonizar os seus filmes mais famosos rodados na cidade americana - Noivo Neurótico, Noiva Nervosa ou Manhattan, por exemplo. Por isso causa estranheza, num primeiro momento, ver alguém que não ele no papel principal. Para interpretar Boris, um físico aposentado com QI elevadíssimo, Woody escolheu o humorista Larry David - co-criador e principal roteirista de um dos melhores seriados já criados pela TV americana, Seinfeld. A estranheza desaparece logo nas primeiras cenas. David logo se revela o melhor entre os vários atores que Woody Allen já colocou em cena para desempenhar personagens inspirados nele próprio (entre esses alter-egos, destaca-se John Cusack como o dramaturgo fracassado que se envolve com a máfia numa das melhores comédias de Woody, Tiros na Broadway).
Apesar de sua inteligência acima da média, Boris é tão neurótico e frustrado quanto os protagonistas habituais do diretor. Ele ganha a vida ensinando xadrez para crianças, com as quais não tem o menor tato. Passa o resto do tempo isolado em casa, ouvindo música clássica, ou reclamando do mundo para seus amigos. Seu coração revoltado ameaça dar uma amansada quando conhece a personagem vivida por Evan Rachel Wood, uma interiorana de 17 anos com semblante angelical. A diferença de idade é algo que já rendeu controvérsia na vida de Woody, desde que o diretor largou a atriz Mia Farrow, para se casar com a enteada Soon-Yi Previn, décadas mais jovem. Em Tudo Pode Dar Certo, ele não apenas satiriza a situação, como fornece respostas bem convincentes para esse tipo de atração. Afinal, que tipo de parceira seria mais adequada para um sujeito autocentrado e prepotente do que uma garota deslumbrada e fácil de manobrar? Conforme esse casal enfrenta o desafio da convivência, a narrativa sofre várias reviravoltas.
Como o próprio se descreve no começo do filme, Boris é um sujeito que desistiu do mundo e se tornou insensível perante a aleatoriedade da vida. Sua fala mais emblemática é: “No final das contas, as aspirações românticas da nossa juventude se reduzem a o que for que funcione” (daí vem Whatever Works, o título original). Ele é tão egocêntrico, neurótico e pessimista quanto os principais personagens que Woody interpretou ao longo da carreira, só que ligado em 220 volts. Suas falas são bem articuladas e ele demonstra um vigor que Woody Allen jamais exibiu. É como uma versão caricata, impulsiva e catártica de seu criador. Woody usa David para expressar uma intensidade que, mesmo tendo sido indicado ao Oscar por melhor atuação em 1977, jamais conseguiria manifestar.
Veja o trailer:
Só um apontamento interessante, depois de um pequeno prólogo, a personagem principal de Boris quebra a ‘quarta parede’ (faz isso muitas vezes durante o filme) e fala directamente para a audiência a alertar-nos que este não será um ‘feel-good movie’, mas muito propositadamente não podia estar mais enganado! Whatever Works é um filme bem simpático e hilariante, e que mostra que Woody Allen, apesar de ainda não estar no seu melhor nível em relação à comédia, está certamente em boa forma.
Larry David interpreta então Boris, um génio egocêntrico e quase nomeado para um prémio Nobel em física. Mas Boris é um ser humano desprezível e com muito mau temperamento. É pessimista, frio, arrogante, e que insulta as crianças a que ensina xadrez de incompetentes, tudo isto a juntar a um desejo de morte, mas tudo ao bom nível cómico. Até que a sua vida muda por completo quando à porta de sua casa encontra uma sem abrigo que fugiu de sua casa em Mississipi. Ela é Melody, interpretada por Evan Rachel Wood, onde Boris a alimenta e deixa-a ficar alojada uns dias em sua casa e que mais tarde aproveita para mostrar-lhe Nova Iorque. Com o passar do tempo Boris tenta manter desta forma a sua vida balançada, onde assim fica menos tentado em acabar com ela e sem medo que acabe. Sem, claro, contar ou adivinhar com as peripécias que irão surgir.
A juventude, principalmente feminina, já é uma constante na obra de Woody Allen, e até a pouco que Scarlett Johansson foi considerada pelo próprio como a sua musa. O realizador parece sentir essa necessidade de conviver com pessoas mais jovens, e o seu trabalho mostra o quanto jovem e liberal ainda o é em espírito. Larry David retrata aqui o Woody Allen do outro lado do espelho, que nos faz lembrar com muito agrado de Manhattan. Ou não fosse o guião, assinado pelo próprio, re-escrito de um outro deixado para trás nos anos 70 (escrito para Zero Mostel que faleceu em 1977), mas adaptado para os dias da América de hoje. Com isto em mente, convém pensar um pouco porque é que os filmes do realizador não ‘envelhecem’, quando as únicas mudanças que fez no argumento foram as referências políticas e algumas sociais.
Whatever Works não é certamente nenhuma obra-prima de Woody Allen, mas nota-se claramente que a intenção nem sequer era essa. Quando a sua fórmula de comédia mantém-se, com os seus longos diálogos e ‘gags’ simplesmente deliciosas que serve perfeitamente para sustentar o filme na sua integra, certamente que os seus fãs não sairão desiludidos em ver esta sua nova obra. É uma comédia de um Woody Allen em boa forma. Como Boris diz: “Whatever Works…”.
Não apenas as cenas de lutas e os efeitos especiais tornaram Homem de Ferroum bom filme. A qualidade da produção também se deve a:
1) não se levar muito a sério ao retratar um herói ora charmoso, ora egoísta, pronto para quebrar o gelo com tiradas cômicas – papel perfeito para as habilidades de Robert Donwey Jr;
2) tratar com respeito tanto a ação quanto a história, o ritmo do filme e as cenas de apresentação e construção dos personagens.
Pois bem, o que havia de bom no primeiro filme Jon Favreau conseguiu manter em Homem de Ferro 2. A continuação cumpre a ambição de frequentar tanto o entretenimento como ferramenta para esquecimento completo do mundo quanto dialogar com gêneros anteriores ao de ação para atender quem não se contenta só com tiros.
Porém, já não há o paralelo político do primeiro filme. As fichas são apostadas no dilema em torno das mãos maléficas e gananciosas que se apropriam da tecnologia em vez de utilizá-las para fins comuns e humanitários. Aí estão os grandes vilões de Tony Stark: Justin Hammer (Sam Rockwell), um empresário armamentista que cresceu com a saída da Stark Industries do belicismo, e Ivan Vanko (Mickey Rourke), um cientista russo que busca vingança contra o bad boy milionário por causa de um fato do passado.
Não à toa, são diversas as semelhanças que Homem de Ferro guarda com o gênero faroeste. Tony é um herói completamente descrente na lei ou no Exército, corrompido pelo lobby financeiro de Hammer. O que ele combate é justamente a ganância, os excessos nas mãos erradas. A vingança como motor da história. Sem contar outra referência às trocas de socos digna de filme de caubóis – quatro características facilmente identificáveis em filmes como E o Sangue Semeou a Terra, de Anthony Mann.
Personagens
Homem de Ferro 2 conta novamente com o ótimo desempenho de Robert Downey Jr, confortável tanto na pele do herói que resolve os problemas quanto na do riquinho mimado, e genial, que mete os pés pelas mãos.
Em última instância, Favreau faz mesmo um filme de ação. Porém, não desvia do caminho quando surgem coisas sérias, como o tema do medo da morte, à qual nosso herói atribui uma parte de suas atitudes precipitadas. Mas a direção é inteligente pois, quando percebe que o tom está ficando soberbo, encaixa uma piada. Afinal, o Tony do filme é consciente, mas também inconsequente.
Gwyneth Paltrow, que vive Pepper, a dedicada secretária e paixão platônica do herói, mantém a mesma eficiência do primeiro filme. Já Don Cheadle vem para cobrir a lacuna deixada por Rodey no longa de 2008. Sam Rockwell sabe interpretar um panaca, enquanto Mickey Rourke emprestou músculos, e um sotaque russo, ao vilão, menos meticuloso do que em Homem de Ferro.
Mas, entre todos os personagens de Homem de Ferro 2, a maior personalidade pertence à agente Natasha Romanoff, papel que se encaixou perfeitamente a Scarlett Johansson. Ela esquenta a trama. Suas cenas de lutas são maravilhosas, a câmera que a encara capta todo o seu ar sedutor e transforma Scarlett tão dominante quanto Downey Jr.
Ela é o espelho de Pepper. Enquanto a secretária é a mulher ideal (bonita, dedicada e companheira), Natasha é a femme fatale real (estonteante, independente e luta muito bem). Um ótimo jogo de duplos.
O ritmo de Homem de Ferro 2 se sustenta graças ao roteiro sem rodeios de Justin Theroux (Trovão Tropical) e à montagem de Dan Lebental (que já trabalhou no primeiro filme) e Richard Pearson (007 Quantum of Solace). Um elenco afinado dá uma cara efetiva aos personagens. Mas, acima de tudo, Homem de Ferro 2 é mais amplo do que um mero filme de ação por conter outros gêneros dentro de si, o que dá frescor, fluidez e uma mínima densidade.
Vídeo muito bem feito, divulgado pelo Ministério da Educação e Ciência da República da Macedônia. Independente da sua crença, é uma forma muito inteligente de um governo apresentar projetos educacionais polêmicos. Assista e comente!
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