La siesta perfecta

29/12/2009

Na Espanha existe um hábito bem típico chamado “la siesta”, que é uma pausa para o almoço e descanso no meio da tarde.

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Inspirada nesse hábito, a agência Dommo criou uma ação de street marketing para demonstrar a qualidade e conforto dos Sofás da IKEA.

Foram criados vários ‘espaços relaxantes’ em shoppings convidando os cidadãos a fazer uma pequena pausa e relaxar por 15-20 minutos,  recebendo dicas de especialistas de como ter uma siesta de qualidade.

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Ótima ação de oportunidade.

Via Comunicadores

Decoração sustentável

29/12/2009
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No abre alas da decoração residencial, a beleza dos ambientes, com obras de arte e móveis com design clássico ou contemporâneo, começou a dividir espaço com soluções práticas para facilitar o agitado dia-a-dia familiar das últimas décadas.
A aceleração tecnológica e o seu reflexo direto na destruição do meio ambiente vêm adicionando pouco a pouco ao projeto de criação de arquitetos e decoradores a busca pela decoração ecologicamente correta, que está movimentando o mercado brasileiro com belas alegorias sustentáveis.
A partir da busca pelo equilíbrio ambiental, uma série de produtos e soluções capazes de proporcionar à residência uma decoração ecologicamente correta já pode ser encontrada no Brasil.

“A proposta de uma decoração sustentável inclui desde o projeto de construção ou reforma de uma casa, como a escolha correta de materiais alternativos, até a opção por móveis, eletrodomésticos e outros produtos que proporcionem benefícios reais ao meio ambiente”, afirma Marina Otte, designer de móveis da Butzke, arquiteta e designer especializada em decoração sustentável e mestre em Engenharia Ambiental.

Iluminação natural: dê prioridade ao maior aproveitamento possível de luz natural no interior da casa. Isso significa economia de energia elétrica. Para evitar que o interior fique quente demais, e provoque um aumento no consumo de ar-condicionado, uma boa dica é a utilização de películas nos vidros.

Iluminação artificial: use leds para complementar a luz natural (veja mais no portal da empresa Philips). Embora com uma eficiência energética menor do que as lâmpadas convencionais e um custo superior, esse tipo de lâmpada consume menos energia e ainda oferece uma vida útil muito superior. Já as lâmpadas fluorescentes podem substituir com vantagens a iluminação convencional, pois duram mais, consomem menos eletricidade e já estão disponíveis em várias formas e nas cores branca e amarela.

Energia solar: Não é preciso gastar várias centenas de Reais para instalar placas de aquecimento solar em casa. O mercado já possui alternativas viáveis para cada bolso. Veja mais em Sociedade do Sol.

Eletrodomésticos: prefira eletrodomésticos com selo Procel, Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica, criado pelo governo para ajudar o consumidor a escolher os produtos que apresentam alta eficiência energética.

Economia de água: opte por soluções simples que podem trazer grande economia, como torneiras com temporizador e válvulas inteligentes com dois tipos de acionamento para os vasos sanitários.

Materiais decorativos: procure produtos que geram menos impacto ambiental, como bambu; ladrilhos hidráulicos, que não são queimados; tintas com base de água, que não emitem gases nocivos. Há também aqueles produtos que aproveitam resíduos como matéria prima, diminuindo a quantidade de lixos em aterros. Os chamados ecomateriais utilizam-se de elementos descartados, como pastilhas de coco; telhas ecológicas, feitas à base de fibra vegetal ou a partir de tubos de creme dental; chapas de embalagens de longa vida, resistentes à umidade e ao calor; madeira e outros materiais de demolição; piso à base de pneus, que pode ser usado para pisos esportivos, diminuindo o impacto das atividades físicas, e nas áreas de lazer domiciliares; e tapetes feitos com fibras obtidas em garrafas pets.

Madeira certificada: verifique a procedência dos móveis e objetos de decoração e prefira aqueles que possuem selo verde.

Via Planeta em Suas Mãos

Qual a diferença entre MDF e MDP?

29/12/2009

Em algum momento da sua vida você vai passar por esta situação (se é que já não passou). Você chega em uma loja de móveis procurando por um móvel (sic), derepende o vendedor te diz, esse é MDF e esse é MDP.

- Legal, mas qual a diferença?

Então começa aquela explicação técnica interminavel que te faz ficar ainda mais indeciso.

Sendo assim, abaixo um pequeno guia pra quem esta a deriva em meio a tantas siglas.

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MDF OU MDP? Eis a questão.

Se MDF e MDP são painéis produzidos a partir do pinus ou eucalipto e, se ambos possuem densidade média e valores tecnológicos similares, qual é o melhor na fabricação de móveis? Segundo os fabricantes de painéis, não existe painel melhor ou pior, mas diferenças técnicas que determinam, limitando ou expandido as possibilidades de aplicação, dependendo do uso que cada indústria quer fazer do produto.

As diferenças

O MDF permite mais criatividade no design do móvel, que pode receber formas arredondadas e com riqueza de contornos. Isso pode conferir ao móvel maior valor comercial. Ele recebe mais facilmente a aplicação tanto de pintura como de PVC. É recomendado para os casos que necessitem de usinagens de superfície ou topo, pois ele proporciona melhor resultado de acabamento. Usinagens em baixo relevo, entalhes ou cantos arredondados também pedem MDF.

De uso limitado, o MDP é mundialmente mais utilizado na fabricação de móveis residências e comerciais de linhas retas e formas orgânicas, como portas, laterais, prateleiras, divisórias, tampos retos ou pós-formados, laterais e frentes de gavetas retas, enfim, em partes verticais e horizontais do móvel, sem restrições de uso.

José Marcos Trad, diretor de Marketing da Satipel, explica essa diferença em termos técnicos. “A principal diferença é que no painel de MDP são utilizadas partículas de madeira em camadas, ficando as mais finas na superfície e as mais delgadas no miolo. Já no MDF, aglutinam-se fibras de madeira. Porém, ambos são classificados como Painéis de Madeira de Média Densidade”.

Em termos práticos, segundo Andréa Krause, gerente de Marketing da Indústria Moveleira da Eucatex “o MDF, por ser fabricado com fibras, necessita de mais madeira e de mais resina no seu processo, portanto o seu custo é superior, de 25% a 50% em relação ao MDP”.

MDF e MDP no mesmo móvel

E já que cada um tem melhor aplicabilidade em tipos diferentes de móveis, a união dos dois pode dar um resultado bem interessante. Em móveis cuja estrutura principal precisa ser reta, mas pode-se abusar da criatividade no acabamento externo, como armário, por exemplo, a união dos dois é perfeitamente aceitável. Dessa forma a limitação do MDP pode ser compensada com as possibilidades criativas do MDF. E essa junção ainda reduz os custos do produto final. Para o William Chiea, supervisor Comercial da Montana Química, “esta diversidade de painéis pode ser utilizada pelo fabricante de móveis de forma estratégica, como uma nova fonte de recursos para fabricação do móvel, tornando-se menos dependente de um único fornecedor, de um único produto ou até mesmo de demanda para exportação”.

Essa união pode ser lucrativa para a indústria de móveis. Vejamos, as partes maiores dos móveis são estruturados em linha reta. Isso significa que as fábricas podem utilizar mais o MDP, que é um produto mais econômico. A combinação disso com o MDF e compensado faz com que o fabricante tenha um móvel com preço mais competitivo e, o mais importante, com garantia de qualidade. “Nós recomendamos ao fabricante aliar o design às características técnicas dos painéis disponíveis para a fabricação do móvel, buscando sempre a melhor relação custo-benefício para garantir a competitividade do produto final”, diz Trad.

Andréa Krause reforça essa teoria dizendo que “a opção de trabalhar com uma ou outra matéria-prima está mais associada ao design do produto que se pretende obter e a estratégia de Marketing. Hoje, observam-se espaço para ambos os produtos no mercado, porém a melhor relação custo-benefício fica por conta do MDP, que é mais barato”.

E para o consumidor?

É consenso entre os fabricantes de painéis que consumidor, independente da classe social, procura uma solução funcional e de design quando está buscando um novo móvel. Ele não está procurando uma matéria prima específica, mas sim um móvel que atenda às suas necessidades com qualidade e ao menor preço possível. Por isso, a combinação de vários materiais na produção de móveis tais como vidro, alumínio, madeira maciça ou painéis de madeira industrializada, precisam resultar num produto que acrescente em qualidade e funcionalidade. Sempre haverá uma diferença de preços que pode ser absorvida ou não pelo consumidor. Ao falarmos de valores nos tópicos acima, a referencia feita pelos entrevistados é para os fabricantes dos móveis, pois, para o consumidor final, a leitura é outra. A estratégia de preço está associada ao mercado de atuação e posicionamento da marca. Existem no mercado marcas consagradas de móveis que optaram pelo uso do MDF e outras pelo uso do MDP, porém não quer dizer que uma seja mais cara que a outra, elas praticam preços similares, afinal, quem define o preço final do produto é o mercado.

O moveleiro não deve vender ao consumidor a idéia de que um produto é superior ao outro só pela aparência. Lojistas e representantes comerciais precisam ser bem treinados para falar tecnicamente dos atributos do produto.

Matéria publicada na Revista Sindimov – Edição nº 32 – Janeiro/2007

Não importa se é MPF ou MDP, nosso principal conselho, é que procure uma boa loja, com tradição e quelidade, e que atenda a todas as suas necessidades.

Caso tenha alguma duvida ou precise de ajuda com algum produto ou material, entre em contato conosco pelo email contato@tcmoveis.com.br.

Caso queira consultar produtos, visite nossos sites clicando sobre os nomes: TC MÓVEISTC HOMECLASS.

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