[Social] São Paulo está entre as 21 cidades sustentáveis do mundo

08/09/2010

Conciliar ação e planejamento é o maior desafio para que as grandes metrópoles se mantenham entre as cidades sustentáveis no futuro. Este foi o diagnóstico apresentado em 25 de agosto pelo economista João Lins, da Pricewaterhouse Coopers, durante a 4ª Mostra Fiesp/Ciesp de Responsabilidade Socioambiental, na mesa-redonda que tratou de Desenvolvimento e Sustentabilidade.

No relatório Cidades de Oportunidades, foram ranqueados 21 municípios ao redor do mundo que apontam os melhores vetores para atratividade de investimentos e de talentos, observados a partir do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). São Paulo aparece em 17º lugar, à frente de Santiago, México City, Mumbai e Joanesburgo.

Alguns dos critérios levados em conta na seleção das 21 cidades foram os seguintes: ser um centro de mercado de capitais regional, ter boa distribuição geográfica e apresentar equilíbrio entre as economias maduras e emergentes.

João Lins, economista da Pricewaterhouse Coopers, destacou que a avaliação foi feita com 10 indicadores principais, mas considerou 58 variáveis. Ele também comentou que se a cidade de São Paulo fosse um Estado, ela seria a 45ª economia mundial.

Os melhores posicionamentos da representante brasileira no relatório são: o custo de operação (11º lugar) e demografia e qualidade de vida (9º lugar). Já as piores indicações dizem respeito a transporte e infraestrutura (2ª pior colocação, atrás somente de Joanesburgo) e saúde e segurança (3ª pior, perdendo somente para Mumbai e Joanesburgo).

via BLOG PRESS

[DECORAÇÃO] BAR EM CASA

06/09/2010

Matéria da Elismere Machado publicada na revista Circuito Guarulhos falando  sobre Bar em Casa. Uma ótima matéria pra quem quer trazer um Bar para dentro de casa.

Os produtos mostrados nesta matéria você encontra na TC Homeclass.

Clique para ampliar.

[Social] 10 dicas para construir uma casa sustentável

30/08/2010

Casas sustentáveis já fazem parte da nossa realidade, muitos produtos da construção civil pode ser reciclados e reaproveitados, claro que o com o devido tratamento. Para se ter uma ideia,este é um dos segmento que mais emprega matérias-primas e recursos naturais no mundo, segundo dados do Instituto para o Desenvolvimento da Habitação Ecológica (Idhea). A única forma de reverter esse cenário é fomentar as construções sustentáveis, combatendo a degradação ambiental e preservando os recursos naturais para gerações futuras.

No meio de tantas mudanças climáticas, qualquer forma de poupar o meio ambiente, porém, a maioria dessas tecnologias são caras ou simplesmente não dão retorno financeiro, pelo menos a médio e longo prazo.

Confira a seguir dez dicas para construir uma casa ambientalmente sustentável:

  1. Antes de começar sua obra, procure um profissional que trabalhe com materiais renováveis e posso orientar sobre as novas tendências dessa área, um boa fonte de busca é a internet, pode ser uma ferramenta muito útil.
  2. Deixe o preconceito de lado e procure toda informação sobre materiais de baixo custo ambiental, como exemplo o chamado tijolo ecológico, que é produzido com solo-cimento, alguns cálculos apontam que a economia com massa corrida e acabamento tradicional supera a diferença de custo para com o tijolo tradicional.
  3. Peça ao engenheiro/Arquiteto, desenvolver um projeto que obtenha o máximo de isolamento possível, para aproveitar ao máximo a refrigeração e o aquecimento, evitando desperdício
  4. Existem vários sistemas de captação de energia solar e de água da chuva disponíveis no mercado, é fato que são mais complexos de serem instalados, mas o resultado é muito bom a médio e longo prazo.
  5. Existem medidores para o consumo de água que auxiliam de forma eficaz o combate ao desperdício.
  6. A diferença de consumo entre lâmpadas fluorescentes e as tradicionais é absurda, caso ainda não tenha trocado corra! Vale a pena.
  7. Reduza a utilização de ar condicionado, ou ao menos alterne sua utilização com ventiladores e circuladores de ar, a diferença no consumo é absurdamente menor.
  8. Em vez de manter apenas áreas gramadas, plante árvores. Opte também por produzir algumas das verduras que consome diariamente, faça sua própria horta – além dos benefícios ecológicos também terá uma terapia em tanto.
  9. Em toda linha de eletrodomésticos, existem aparelhos certificados com o selo de não agressão ao meio ambiente, opte sempre por estes produtos.
  10. Procure sempre a informação sobre a fonte do fornecimento da madeira que foi empregado na fabricação dos seus móveis.

via Casa Imóveis e Construção

[Curiosidades] Pessoas bonitas cometem menos crimes

25/08/2010

Não é regra, é claro. Mas um estudo feito por pesquisadores da Universidade do Colorado, em Denver, e da Universidade Estadual da Geórgia, em Atlanta (ambas nos EUA), aponta que ser considerado bonito pelos outros reduz a propensão de um jovem (a análise abrange a faixa de 18 a 26 anos) a atividades criminosas, como roubo e tráfico de drogas. E ser pouco atraente aumenta.

E aí, Lindsay?

E aí, Lindsay?

Eles não têm um indicador quantitativo muito claro (em quantos por cento a tal propensão cresce), mas vêm com uma série de possíveis razões para o fenômeno. Entre elas, duas bem interessantes:

  1. os bonitos têm mais facilidade de relacionamento e lidam com menos rejeição durante os anos escolares, o que contribui para que se tornem cidadãos melhores na vida adulta;
  2. eles têm mais facilidade em conseguir emprego e ganham salários mais altos.


É, o mundo não é justo.
(O estudo completo aqui.)

via  Super Interessante

[Saúde] Mudanças no clima aumentam a incidência de infartos

25/08/2010

Uma pequena queda na temperatura média do dia, de apenas 1ºC, pode ser suficiente para aumentar em 2% o risco de se ter um ataque cardíaco. A constatação é de uma pesquisa feita pela London School of Hygiene & Tropical Medicine e publicada no periódico British Medical Journal.

Ataque cardiaco

O estudo foi feito com base na análise de mais de 84.000 pessoas que deram entrada em hospitais da Inglaterra e do País de Gales devido a ataques cardíacos, entre os anos de 2003 e 2006. Os prontuários desses pacientes foram comparados às temperaturas diárias registradas no mesmo período. No inverno de 2008 e 2009, por exemplo, foram contabilizadas 36.000 mortes acima do esperado para a época – o que representa um aumento de 50% em relação ao ano anterior.

Pessoas de 70 a 80 anos e aquelas que já tem problemas cardíacos têm mais chance de infartar nestes casos. Segundo o médico Krishnan Bhaskaran, chefe da pesquisa, mais estudos precisam ser feitos para verificar quais medidas devem ser tomadas para conter o aumento do risco de ataques cardíacos. Ele ainda salienta que os médicos precisam aconselhar pacientes, especialmente os idosos, a vestir-se apropriadamente e aquecer bem suas casas durante o inverno.

via VEJA.com

[Arquitetura] A Casa do Futuro – Automação Residencial

20/08/2010

Em tempos de internet, conexão 24 horas, tv 3D, etc. Nada mais atual do que falar de AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL. Acredite, não é um bicho de 7 cabeças, mas muitas pessoas ainda relutam em ficar “presas” a tecnologia no quesito automação. Você pode escolher  uma simples automatização de persianas e cortinas , controlar sua casa a distância, via internet ou celular. Mas isso tudo começa com um projeto bem estruturado.

Para automação em cortinas por exemplo, é preciso escolher os modelos que oferecem a melhor movimentação depois de automatizados. É preciso também de pontos elétricos  e controles para os motores funcionarem, além do mais o valor das persianas motorizadas duplica em relação às persianas comuns.

Home Theater

Na iluminação, podem ser pré-programados cenários ou ambientes para ter uma determinada intensidade de luz. Ambientes de luz para assistir filmes ou para ler, pode-se gravar a configuração mais que mais lhe sirva. Em uma automatização de casa, existe o controle da água também, podendo-se controlar a temperatura do banho via internet… Pense em chegar em casa depois de uma longa viagem e ter aquele banho esperando na banheira? Com essa tecnologia é possível que você além de preparar o banho, deixe todo o ambiente perfeito para assistir um filme depois de um longo de dia de trabalho.

Persianas sensíveis a luz!!
Basicamente, é possível automatizar equipamentos de casa como:
  • áudio, vídeo, som ambiente, tv por assinatura.
  • segurança (alarmes, monitoramento, cftv).
  • controle de iluminação
  • telefonia
  • redes de dados e informática
  • ar condicionado e aquecimento
  • persianas e cortinas automáticas
  • eletrodomésticos inteligentes
  • utilidades (irrigar, bombas, aspiração central, gás)
  • gerenciamento de energia
Qualquer semelhança não é mera coicindencia!! rsrsrs

via Arquitetando Ideias

[Artigo+Social] Divórcio rápido e meio ambiente

17/08/2010

O Congresso Nacional acaba de aprovar o divórcio em ritmo sumário, o “divórcio rápido”, com o objetivo, como diz o nome, de agilizar o processo e liberar o ex-casal de fato, que antes tinha que ficar um período de “quarentena” antes da consumação da separação ou separação de direito.

Mas, o que isto tem à ver como o meio ambiente e as mudanças climáticas? Não parece, não é verdade? Mas, segundo alguns estudos feitos por um pesquisador da Universidade Estadual de Michigan, nos EUA, a separação de um casal ou o divórcio tem um forte impacto ambiental. Isso em função da duplicação dos domicílios e todos os custos em recursos naturais que isso implica, como o espaço, energia (eletroeletrônicos, luz), água etc.

O autor do estudo sugeriu que os governos criassem medidas legais para dificultar o divórcio, como aumentar o tempo legal entre a separação de fato e de direto para que os casais tivessem tempo para reconsiderarem a decisão, o que, entre outros efeitos, garantiria o bem estar dos filhos e contribuiria consideravelmente na redução das emissões de CO².

Segundo o autor, à época, em 12/2007, nos EUA havia 16,5 milhões de domicílios “dirigidos” por divorciados ou por pessoas sozinhas, o que mostra um pouco o tamanho do prejuízo ambiental, segundo ele. Pelo visto, as conclusões do pesquisador não foram levadas em consideração na atual decisão de aprovarem um divórcio sumário, quando foi feito exatamente o contrário do recomendado.

Em julho de 2008, provavelmente respaldado nessas pesquisas, um projeto tramitava nas instancias iniciais no Congresso Nacional, que propunha a obrigatoriedade do plantio de árvores em caso de divórcio, casamento, compra de carros novos e construção de edifícios, mas, pelo visto, deve ter se perdido nos meandros das gavetas e arquivos da casa.

E aí, o que você acha de tudo isso? Concorda com o resultado do estudo sobre o impacto ambiental dos divórcios? E sobre a proposta do projeto de lei do deputado para compensação ao meio ambiente

via COLUNA DO LEITOR

[Curiosidades] Quem dorme até tarde não é vagabundo

13/08/2010

Alvo de críticas de familiares e amigos, quem gosta de ficar na cama até a hora do almoço pode ter um motivo científico para a “vagabundagem”: o distúrbio do sono atrasado. O assunto foi um dos temas abordados no 6º Congresso Brasileiro do Cérebro, Comportamento e Emoções, que aconteceu recentemente em Gramado.

O organismo humano tem um ciclo diário, de modo que os níveis hormonais e a temperatura do corpo se alteram ao longo do dia e da noite. Depois do almoço, por exemplo, o corpo trabalha para fazer a digestão e, consequentemente, a temperatura sobe, o que pode causar sonolência.

Quando dormimos, a temperatura do corpo diminui e começamos a produzir hormônios de crescimento. Se dormirmos durante a noite, no escuro, produzimos também um hormônio específico chamado melatonina, responsável por comandar o ciclo do sono e fazer com que sua qualidade seja melhor, que seja mais profundo.

Pessoas vespertinas, que têm o hábito de ir para a cama durante a madrugada e dormir até o meio dia, por exemplo, só irão começar a produzir seus hormônios por volta das 5 da manhã. Isso fará com que tenham dificuldade de ir para a cama mais cedo no outro dia e, consequentemente, de acordar mais cedo. É um hábito que só tende a piorar, porque a pessoa vai procurar fazer suas atividades durante o final da tarde e a noite, quando tem mais energia.

O pesquisador Luciano Ribeiro Jr. da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), especialista em sono, explica que esse distúrbio pode ser genético: “Pessoas com o gene da ‘vespertilidade’ têm predisposição para serem vespertinas. É claro que fator social e educação também podem favorecer”. Mas não se sabe ainda até que ponto o comportamento social pode influenciar o problema.

A questão, na verdade, é que o vespertino não se encaixa na rotina que consideramos normal e acaba prejudicado em muitos aspectos. O problema surge na infância. A criança prefere estudar durante a tarde e não consegue praticar muitas atividades de manhã. Na adolescência, a doença é acentuada, uma vez que os jovens tendem a sair à noite e dormir até tarde com mais frequência.

A característica vira um problema quando persiste na fase adulta. “O vespertino é aquele que já saiu da adolescência. Pessoas acima de 20 anos de idade que não conseguem se acostumar ao ritmo de vida que a maioria está acostumada”, diz Luciano. Segundo ele, cerca de 5% da população sofre do transtorno da fase atrasada do sono em diferentes graus e apenas uma pequena parcela acaba se adaptando à rotina contemporânea.

O pesquisador conta também que, além do preconceito sofrido pelos pais, professores e, mais tarde, pelos colegas de trabalho, o vespertino sofre de problemas psiquiátricos com maior frequência: depressão, bipolaridade, hiperatividade, déficit de atenção são os mais comuns. Além disso, a privação do sono profundo, quando sonhamos, faz com que a pessoa tenha maior susceptibilidade a vários problemas de saúde: no sistema nervoso, endócrino, renal, cardiovascular, imunológico, digestivo, além do comportamento sexual.

O tratamento não envolve apenas remédios indutores do sono, como se fosse uma insônia comum. É necessária uma terapia comportamental complexa, numa tentativa de mudar o hábito, procurando antecipar o horário do sono. Envolve estímulo de luz, atividades físicas durante a manhã e principalmente um trabalho de reeducação.

E as pessoas que têm o hábito de acordar às 4 ou 5 horas da manhã? “O lado oposto do vespertino é o que a gente chama de avanço de fase. Só que esse não tem o problema maior no sentido social. Ele está mais adaptado aos ritmos sociais e profissionais. Os meus pacientes deste tipo têm orgulho, já ouvi mais de uma vez eles dizendo ‘Deus ajuda quem cedo madruga’”, diz o neurologista

via Revista Galileu – NOTÍCIAS

[REPOST] MDF OU MDP? EIS A QUESTÃO

12/08/2010

Em algum momento da sua vida você vai passar por esta situação (se é que já não passou). Você chega em uma loja de móveis procurando por um móvel, de repente o vendedor te diz, esse é MDF e esse é MDP.

- Legal, mas qual a diferença?

Então começa aquela explicação técnica interminável que te faz ficar ainda mais indeciso.

Sendo assim, abaixo um pequeno guia pra quem esta a deriva em meio a tantas siglas.

MDF OU MDP? Eis a questão.

Se MDF e MDP são painéis produzidos a partir do pinus ou eucalipto e, se ambos possuem densidade média e valores tecnológicos similares, qual é o melhor na fabricação de móveis? Segundo os fabricantes de painéis, não existe painel melhor ou pior, mas diferenças técnicas que determinam, limitando ou expandido as possibilidades de aplicação, dependendo do uso que cada indústria quer fazer do produto.

As diferenças

O MDF permite mais criatividade no design do móvel, que pode receber formas arredondadas e com riqueza de contornos. Isso pode conferir ao móvel maior valor comercial. Ele recebe mais facilmente a aplicação tanto de pintura como de PVC. É recomendado para os casos que necessitem de usinagens de superfície ou topo, pois ele proporciona melhor resultado de acabamento. Usinagens em baixo relevo, entalhes ou cantos arredondados também pedem MDF.

De uso limitado, o MDP é mundialmente mais utilizado na fabricação de móveis residências e comerciais de linhas retas e formas orgânicas, como portas, laterais, prateleiras, divisórias, tampos retos ou pós-formados, laterais e frentes de gavetas retas, enfim, em partes verticais e horizontais do móvel, sem restrições de uso.

José Marcos Trad, diretor de Marketing da Satipel, explica essa diferença em termos técnicos. “A principal diferença é que no painel de MDP são utilizadas partículas de madeira em camadas, ficando as mais finas na superfície e as mais delgadas no miolo. Já no MDF, aglutinam-se fibras de madeira. Porém, ambos são classificados como Painéis de Madeira de Média Densidade”.

Em termos práticos, segundo Andréa Krause, gerente de Marketing da Indústria Moveleira da Eucatex “o MDF, por ser fabricado com fibras, necessita de mais madeira e de mais resina no seu processo, portanto o seu custo é superior, de 25% a 50% em relação ao MDP”.

MDF e MDP no mesmo móvel

E já que cada um tem melhor aplicabilidade em tipos diferentes de móveis, a união dos dois pode dar um resultado bem interessante. Em móveis cuja estrutura principal precisa ser reta, mas pode-se abusar da criatividade no acabamento externo, como armário, por exemplo, a união dos dois é perfeitamente aceitável. Dessa forma a limitação do MDP pode ser compensada com as possibilidades criativas do MDF. E essa junção ainda reduz os custos do produto final. Para o William Chiea, supervisor Comercial da Montana Química, “esta diversidade de painéis pode ser utilizada pelo fabricante de móveis de forma estratégica, como uma nova fonte de recursos para fabricação do móvel, tornando-se menos dependente de um único fornecedor, de um único produto ou até mesmo de demanda para exportação”.

Essa união pode ser lucrativa para a indústria de móveis. Vejamos, as partes maiores dos móveis são estruturados em linha reta. Isso significa que as fábricas podem utilizar mais o MDP, que é um produto mais econômico. A combinação disso com o MDF e compensado faz com que o fabricante tenha um móvel com preço mais competitivo e, o mais importante, com garantia de qualidade. “Nós recomendamos ao fabricante aliar o design às características técnicas dos painéis disponíveis para a fabricação do móvel, buscando sempre a melhor relação custo-benefício para garantir a competitividade do produto final”, diz Trad.

Andréa Krause reforça essa teoria dizendo que “a opção de trabalhar com uma ou outra matéria-prima está mais associada ao design do produto que se pretende obter e a estratégia de Marketing. Hoje, observam-se espaço para ambos os produtos no mercado, porém a melhor relação custo-benefício fica por conta do MDP, que é mais barato”.

E para o consumidor?

É consenso entre os fabricantes de painéis que consumidor, independente da classe social, procura uma solução funcional e de design quando está buscando um novo móvel. Ele não está procurando uma matéria prima específica, mas sim um móvel que atenda às suas necessidades com qualidade e ao menor preço possível. Por isso, a combinação de vários materiais na produção de móveis tais como vidro, alumínio, madeira maciça ou painéis de madeira industrializada, precisam resultar num produto que acrescente em qualidade e funcionalidade. Sempre haverá uma diferença de preços que pode ser absorvida ou não pelo consumidor. Ao falarmos de valores nos tópicos acima, a referencia feita pelos entrevistados é para os fabricantes dos móveis, pois, para o consumidor final, a leitura é outra. A estratégia de preço está associada ao mercado de atuação e posicionamento da marca. Existem no mercado marcas consagradas de móveis que optaram pelo uso do MDF e outras pelo uso do MDP, porém não quer dizer que uma seja mais cara que a outra, elas praticam preços similares, afinal, quem define o preço final do produto é o mercado.

O moveleiro não deve vender ao consumidor a idéia de que um produto é superior ao outro só pela aparência. Lojistas e representantes comerciais precisam ser bem treinados para falar tecnicamente dos atributos do produto.

Matéria publicada na Revista Sindimov – Edição nº 32 – Janeiro/2007

Não importa se é MPF ou MDP, nosso principal conselho, é que procure uma boa loja, com tradição e quelidade, e que atenda a todas as suas necessidades.

Caso tenha alguma duvida ou precise de ajuda com algum produto ou material, entre em contato conosco pelo email contato@tcmoveis.com.br.

Caso queira consultar produtos, visite nossos sites clicando sobre os nomes: TC MÓVEISTC HOMECLASS.

[Artigos] 81% da população nunca utilizaram o Procon

11/08/2010

Uma pesquisa divulgada pela Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas aponta que 81% da população nunca utilizaram os serviços do Procon. O estudo revela ainda que 60% das pessoas que recebem menos de dois salários mínimos não conhecem o órgão, que é responsável pela defesa do consumidor. Os dados fazem parte do Índice de Confiança na Justiça (ICJBrasil).

Entre quem ganha mais de dois salários mínimos – parcela da população que recorre mais ao Procon – o nível de desconhecimento do órgão fica entre 2% e 5%. A conclusão dos coordenadores do estudo é de que quanto maior a renda e mais alto o índice de escolaridade, mais se recorre aos serviços da entidade de proteção ao consumidor.

Consumidores satisfeitos

O levantamento quis saber também o nível de satisfação dos consumidores com os serviços prestados pelo Procon. A conclusão foi que, mesmo com um número baixo de usuários, 53% dizem estar “muito satisfeitos” com o atendimento, e 59% conseguiram solucionar seus problemas.

Os descontentes são poucos. Apenas 8% disseram estar “um pouco insatisfeitos”, enquanto os que responderam estar “muito insatisfeitos” somaram 6%.

O estudo existe desde o ano passado e é feito trimestralmente. Nesta última edição foram ouvidas 1.550 pessoas, em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Distrito Federal, Bahia, Pernambuco e Rio Grande do Sul.

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