O nome do hotel fala por si.







O nome do hotel fala por si.







A Fish House (Casa Peixe) é uma residência exótica projetada por Guz Architects e localizada em Singapura.
Essa casa é considerada “um moderno bangalô tropical”, que está perfeitamente integrada com o clima e o meio ambiente, através da sua arquitetura e áreas externas que auxiliam na utilização de ventilação natural.
Os arquitetos do projeto falaram um pouco sobre sua exótica criação: “A ideia de conexão entre a casa e natureza é reforçada pela janela de acrílico em formato de ‘U’ localizada em um dos quartos, que permite a difusão da luz natural e também uma melhor vista para a piscina. O telhado curvo, simbolizando as ondas do mar e enfatizando a ideia de proximidade com o mar, são quase totalmente cobertos com uma fina camada de painéis fotovoltaicos que fornecem energia suficiente para a casa, enquanto o restante da área tem um telhado de grama, dando aos moradores alguns espaços de lazer ao ar livre.”
Via Obravipblogs
Os arquitetos das empresas Grontmij e Soeters Van Eldonk ganharam uma competição internacional de design e ficaram com a responsabilidade de desenvolver o edifício mais sustentável do mundo, Wuhan New Energy Center (Novo Centro de Energia de Wuhan), na China.
O complexo abrigará um instituto de pesquisas acerca de novas fontes de energia e sustentabilidade. A construção começa em novembro de 2010 e quando terminada o edifício será o primeiro do mundo a receber a credencial BREEM.

O prédio tem um formato que lembra um copo-de-leite, no total, ele terá 140 metros de altura e ficará cercado por laboratórios em forma de folhas.
Uma das principais características é que ele apresenta emissão nula de carbono e também terá consumo 0 de energia elétrica, isso mesmo, ele não vai consumir energia da cidade, pois ele vai gerar sua própria energia.
Seu telhado será coberto de painéis solares, para a captação de energia solar, de forma a ter sempre energia renovável. Além disso, toda a água proveniente das chuvas que caírem sobre o edifício será coletada, filtrada e usada para consumo interno. O pistilo no topo do prédio será constituído de turbinas eólicas verticais, também capazes de gerar e armazenar energia eólica renovável.

As bordas desse edifício também possuem função: elas foram projetadas de forma a controlar a temperatura interna da construção. Além disso, ela é caracterizada pelo princípio da ventilação natural, pois sua chaminé central foi desenvolvida para ser capaz de maximizar a ventilação do ar.


Esse é mais um projeto 100% sustentável, o que prova que a Tecnologia verde pode ter uma contribuição significativa para o planeta.
Via Guiky

A indústria da energia solar tem crescido a uma taxa quase duas vezes superior a de outras energias renováveis. Diversos estudos estão sendo realizados para o desenvolvimento e aperfeiçoamento de painéis e aquecedores solares. As fotos desse post foram tiradas de um projeto cujo objetivo é utilizar a energia solar para o derretimento de Alumínio.

O gigantesco “forno-solar” recebeu o nome de “Physics-Sun” e está localizado em Parkent, no Uzbequistão.
Via EcoTecnologia.
O condomínio residencial Neo parece que será o primeiro empreendimento com produção de energia eólica no Brasil, num conceito de sustentabilidade batizado de Next Generation.

Localizado no bairro Novo Campeche, em Florianópolis (SC), o projeto prevê a instalação de duas turbinas de vento – uma em cada torre residencial – para o aquecimento da água consumida pelos 24 apartamentos do condomínio.
E não são aquelas turbinas enormes: o equipamento da Helix Wind do empreendimento tem dimensões reduzidas e se destaca pelo design vertical, como mostra a perspectiva.
Desenvolvida nos Estados Unidos e trazida para o Brasil pelo arquiteto e urbanista paulista Jaques Suchodolski, a turbina usa um sistema de captação vertical, em turbinas que medem 1,20m de diâmetro e 6m de altura e são capazes de gerar cerca de 5 kilowatts cada, de maneira silenciosa e segura – configuração ideal para a instalação em casas e edifícios.
Com a energia do vento e a captação complementar da energia do sol por meio de painéis solares, as coberturas das duas torres baixas que integram o projeto residencial passam a se constituir em eficientes fontes de energia limpa, sustentável e com emissão zero de carbono.
A adoção de um sistema de tratamento de efluentes promove a reutilização da água consumida, para uso nos jardins e áreas comuns e o uso inteligente dos sanitários – iniciativas funcionais que possibilitam a redução de 50% no consumo de água de todo o condomínio. A energia produzida em forma de água quente será armazenada em reservatórios nas torres das caixas d’água. “O condomínio não irá utilizar nenhum combustível fóssil e o custo de aquecimento d´água será próximo de zero”, diz Suchodolski.
O arquiteto, radicado em Florianópolis há cerca de dois anos, trabalhou nos escritórios de Paulo Mendes da Rocha e Joaquim Guedes e ainda para o PICCED-Pratt Institute de Nova York, é autor de projetos que montam mais de 2 mil unidades residenciais e co-autor de projetos de reurbanização das marginais dos rios da capital paulista.
Via Ecolmeia
O fotógrafo americano Chris Jordan foi até lixões, ferros-velho e depósitos de seu país, para registrar as consequêcias do consumo exagerado. Em relação aos eletrônicos os EUA são os maiores produtores desse tipo de lixo, cerca de 3 milhões de toneladas por ano. O Brasil é o que mais produz, dentro da lista de países emergentes, são 96,8 mil toneladas de computadores/ano e é, também, a nação emergente que mais descarta geladeiras, celulares, TVs e impressoras. Se contabilizarmos o volume per capita, cada brasileiro joga fora o equivalente a 0,5 quilo desse lixo eletrônico. Pense nisso! (fonte)

Placas de circuito

Caixas Eletrônicos
Celulares
Carregadores de Celular
Placas de Computadores
Carros batidos
Que tal usar um teclado e um mouse feitos de bambu? Os produtos, desenvolvidos para reduzir as “pegadas” de carbono dos obcecados por tecnologia, já estão a venda em sites estrangeiros
O teclado tem 106 teclas, mede 395 X 155 X 20 mm (tamanho convencional) e pesa 842g. Já o mouse óptico vem com entrada UBS.
Os dois são compatíveis com os sistemas Windows 2000/ XP/ Vista/ 7 e Linux.




via Mundo possível
Essa é para aqueles que gostam de ouvir música nas alturas e ainda se preocupam com o meio ambiente. Essa caixa de som foi desenvolvida pela Merkury e feita com 70% de materiais reciclados (e recicláveis), incluindo a embalagem. Ela ainda vem com seis lápis de cor para o usuário personalizar o auto falante.


O equipamento possui um plug universal que permite tocar músicas de qualquer aparelho de som. Basta desdobrar a caixa, montar as peças e plugar seu mp3. Mais uma idéia original para quem quer ajudar a reduzir o lixo sem abrir mão da diversão.


A empresa Shanghai Automotive Industry Corp. (SAIC) está apresentando na Expo Shanghai 2010 um novo conceito em transporte individual: um protótipo de carro elétrico que pretende gerar mais energia do que consome e seria o primeiro veículo com emissões “negativas” de carbono.
Denominado Ye Zi, que significa “folha”, o veículo da SAIC seria movido pela energia eólica (por meio de geradores em suas rodas) e solar, mediante painéis instalados no teto.
Além disso, o chassi teria elementos orgânicos para absorver o dióxido de carbono do ar. O CO2 seria convertido em metano por células de combustível e o oxigênio gerado no processo seria devolvido à atmosfera. Como explica o TreeHugger, quando micróbios utilizam o hidrogênio da água (H2O) e o carbono do dióxido de carbono (CO2) para produzir metano (CH4), a substância emitida é o oxigênio (O2). O carro também terá um mecanismo para gerar eletricidade para a iluminação interna. Estas tecnologias são viáveis ou os projetistas do Ye Zi apenas fantasiaram este conceito?
A Wired consultou um engenheiro com 15 anos de experiência em tecnologias automotivas avançadas. Ele comentou que os mecanismos mencionados, apesar de produzirem energia, não são nada práticos: a geração de O2 no chassi do carro certamente aumentaria seu peso e geraria muito calor, além do que as rodas funcionariam melhor em subidas ou descidas.
Apesar de ser apenas uma ideia, o Ye Zi impulsiona o design automotivo a ir cada vez mais longe. Enquanto a indústria automotiva se empenha para produzir carros com baixo consumo de combustível, será possível criar veículos que não sejam apenas econômicos, mas também tenham efeitos positivos sobre o meio ambiente? Se já se pode fazer isso com casas, por que não com automóveis?
via Guia da Ecologia