[Social] São Paulo está entre as 21 cidades sustentáveis do mundo

08/09/2010

Conciliar ação e planejamento é o maior desafio para que as grandes metrópoles se mantenham entre as cidades sustentáveis no futuro. Este foi o diagnóstico apresentado em 25 de agosto pelo economista João Lins, da Pricewaterhouse Coopers, durante a 4ª Mostra Fiesp/Ciesp de Responsabilidade Socioambiental, na mesa-redonda que tratou de Desenvolvimento e Sustentabilidade.

No relatório Cidades de Oportunidades, foram ranqueados 21 municípios ao redor do mundo que apontam os melhores vetores para atratividade de investimentos e de talentos, observados a partir do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). São Paulo aparece em 17º lugar, à frente de Santiago, México City, Mumbai e Joanesburgo.

Alguns dos critérios levados em conta na seleção das 21 cidades foram os seguintes: ser um centro de mercado de capitais regional, ter boa distribuição geográfica e apresentar equilíbrio entre as economias maduras e emergentes.

João Lins, economista da Pricewaterhouse Coopers, destacou que a avaliação foi feita com 10 indicadores principais, mas considerou 58 variáveis. Ele também comentou que se a cidade de São Paulo fosse um Estado, ela seria a 45ª economia mundial.

Os melhores posicionamentos da representante brasileira no relatório são: o custo de operação (11º lugar) e demografia e qualidade de vida (9º lugar). Já as piores indicações dizem respeito a transporte e infraestrutura (2ª pior colocação, atrás somente de Joanesburgo) e saúde e segurança (3ª pior, perdendo somente para Mumbai e Joanesburgo).

via BLOG PRESS

[Design de móveis] Genuinamente brasileiros

08/09/2010

Quem disse que o Brasil não produz design de qualidade? O País, cada vez mais, está fazendo parceria com empresas estangeiras, exportando seus produtos e se consagrando em território nacional. Um bom exemplo é a Futon Company que acaba de lançar a Coleção Design Assinada, com peças de Paulo Mendes da Rocha e o modernista Flávio de Carvalho.

Acima, a Chaise Longue PMR, de Paulo Mendes da Rocha, tem sistema de construção com duas folhas da bobina de aço de 22 cm. Essas “fitas” flexíveis são unidas por barras tubulares em cinco pontos estratégicos, proporcionando três posições de recline à chaise.

Também do designer Paulo Mendes da Rocha, a Paulistano com malha de aço é um conceito inovador proporcioando um resultado com jogos sutis de luz e transparência. O forro de malha, com milhares de finas e pequenas argolas de aço sem costuras,  revela a simplicidade do desenho da estrutura da cadeira.

A Poltrona FDC1, criada pelo artista plástico Flávio de Carvalho, na década de 1950, continua impressionando pelos seus aspectos gráficos e esculturais.

via Reforma Fácil.

[Faça você mesmo] 5 dicas para revitalizar sua casa

03/09/2010

A Carol Fonseca, do Melhor Amiga, deu algumas dicas muito legais para você dar um up na sua casa para deixá-la mais confortável. É sua casa é o seu lugar, nada melhor do que deixá-la bonita e apresentável para você e por que não, para outros. Aproveitem o feriadão e mãos a obra!

1. Dê uma faxinada no ambiente. Jogue fora revistas velhas, objetos quebrados e sem uso. Organize as revistas e livros. Se você tem uma estante, aproveite e organize os livros por cor da capa. O resultado é incrível.

2. Pinte uma parede. Se você está sem grana e não tem condições de pintar a casa toda, uma parede já resolve! Escolha uma cor sóbria, para que quando você quiser mudar alguma coisa no ambiente, não fique presa por conta da cor da parede.

3. Mude as fotos dos porta-retratos. Mais bonito ainda se todas forem em preto e branco. Desde o casamento dos seus pais até seu último Natal.

4. Use mais tecido! Se o sofá anda meio caído, compre um tecido mais grosso com uma estampa bacana e use como uma bela colcha por cima dele. E se você tem máquina de costura, deixe de preguiça e troque as cortinas e a capa das almofadas.

5. Compre um vaso de plantas. As plantas trazem boa energia e vida ao ambiente. Se você mora em apartamento, coloque mais perto da janela para facilitar nos cuidados. Mas lembre-se: cada planta pede um tratamento  diferente, portanto, antes de comprar, verifique quais os tipos de plantas se adequam ao seu estilo de vida.

via Melhor Amiga

[Cinema] NOSSO LAR

03/09/2010

É bom deixar claro: existe o Espiritismo e existe o filme Nosso Lar. O tema deste texto é única e exclusivamente o filme.

Nosso Lar é o longa metragem brasileiro roteirizado e dirigido por Wagner de Assis (de A Cartomante) e baseado no livro homônimo do médico André Luís, psicografado por Chico Xavier. Logo no início da trama, André Luís (Renato Prieto) morre (ou desencarna, na terminologia Espírita) e seu espírito é levado para um terrível purgatório que o filme chama de “umbral”. É ali que André tomará contato com os planos espirituais que ele sequer supunha existir, enquanto destilava arrogância e prepotência durante sua vida terrena.

Supervisionados por Geoff D. E. Scott (curiosamente o mesmo de Como Cães e Gatos 2: A Vingança de Kitty Galore, que também estreia nesta sexta-feira, 28 de agosto), os efeitos visuais são irregulares, por vezes de ótima realização, por vezes fracos. Mas, para o Bem e para o Mal, é impossível que passem despercebidos. Eles foram desenvolvidos no Canadá pela Intelligent Creatures (empresa que atou também em Babel e Watchmen – O Filme). Mais de 350 imagens de Nosso Lar têm algum tipo de inserção gerada em computadores, quantidade “nunca feita antes numa produção brasileira”, de acordo com a assessoria de imprensa do filme.

A direção de arte é a básica do tema, desde os tempos de shangri-lá: túnicas brancas, jardins verdejantes, pássaros e fontes em profusão, casas de um colorido sempre com sabor de recém-pintado. E uma inspiração arquitetônica a La Niemeyer. Se é verossímil ou não, só quem já esteve lá poderá dizer.

Com ares multinacionais, Nosso Lar não apenas teve seus efeitos desenvolvidos no Canadá como também contou com a trilha sonora do badalado norte-americano Phillip Glass e a fotografia do suíço Ueli Steiger (o mesmo de 10.000 AC).

Totalmente sintonizado com o pensamento de Allan Kardec, Nosso Lar é um filme sobre redenção, segunda chance e – principalmente – evolução. Ele opta por uma linguagem simples e direta – pode-se dizer até didática – com a finalidade de atingir o maior número possível de pessoas. Um didatismo que esbarra muitas vezes na ingenuidade, e que aponta para o catequético. No afã de não deixar arestas, prefere eliminar qualquer tipo de sutileza, para que não falhe em sua intenção doutrinária. Não é um erro, mas uma opção: perde o Cinema, ganha a Missão.

O livro Nosso Lar, no qual o filme se baseia, está em sua 60° edição no Brasil, onde vendeu cerca de 2 milhões de exemplares. Já foi traduzido para o inglês, alemão, francês, espanhol, esperanto, russo, japonês, tcheco, braile, grego e é um dos campeões de venda da literatura espírita.

O elenco – de interpretações um pouco solenes demais – traz ainda Fernando Alves Pinto, Rosanne Mulholland, Inez Viana, Werner Schünemann, e participações especiais de Ana Rosa, Othon Bastos e Paulo Goulart.

Veja o trailer



via Cineclick

[Empregos] Prefeitura de Jacareí (SP) abre vagas para telefonistas

02/09/2010

Prefeitura de Jacareí (SP) está com inscrições abertas para 8 vagas de telefonistas por um prazo de até um ano. O salário é de R$ 748,98 para 30 horas de trabalho semanais.

O edital foi publicado Boletim Oficial nº 695, de 27 de agosto (leia aqui).

Os interessados devem entregar os currículos até esta sexta-feira (3 de setembro), das 9h às 16h, na sede da Secretaria Municipal de Saúde, que fica na Rua Major Acácio Ferreira, 854, Jardim Paraíba.

Devem ter ensino fundamental completo, curso de telefonista e experiência mínima de dois anos.

O processo seletivo inclui uma etapa eliminatória e classificatória, com questões de múltipla escolha nas áreas de língua portuguesa, matemática, conhecimentos gerais e conhecimentos específicos, disse a prefeitura.

via G1

[Curiosidades] Os 450 anos da Terra do Caqui

01/09/2010

No dia 1° de Setembro são comemorados, oficialmente,  os 450 anos da cidade de Mogi das Cruzes. Sendo uma das mais antigas cidades do Brasil, foi rota principal entre o litoral paulista ( Santos e São Vicente) e o que viria a ser a cidade de São Paulo. Por conta disso começou como um povoado, por volta de 1560, servindo também como um ponto de repouso aos bandeirantes e exploradores indo e vindo de São Paulo, entre eles Brás Cubas e Gaspar Vaz Guedes, este último responsável pela abertura da primeira estrada entre à Capital e Mogi, iniciando o povoado, posteriormente elevado à vila, com o nome “Vila de Sant’Ana de Mogi Mirim“. O fato foi oficializado em 1º de setembro de 1611. Em 13 de março de 1865 foi elevada à cidade, e em 14 de Abril de 1874 à comarca.

Visão panoramica da cidade a noite

Mogi das Cruzes acolhe colônias de todos os cantos do mundo, com destaque especial para a  japonesa, com uma grande quantidade de migrantes do Japão e descendentes (aproximadamente 8% segundo dados da prefeitura), que já estão em sua terceira geração no município. Além disso, o Mogi possui uma considerável população nordestina, sendo que a maioria veio para Capital e depois mudaram-se para Mogi das Cruzes em busca de qualidade de vida.

Torii - Monumento Xintoísta de proteção, o maior do Brasil. Fica na entrada de Mogi das Cruzes

A região de Mogi das Cruzes, era ocupada pelos indígenas no período pré-colombiano. Durante as entradas e bandeiras, foram inúmeras tentativas de dominar os índios de Boigy, em ataques pelo rio abaixo do Anhembi, o Tietê. Na última delas, composta por 50 homens, quase todos morreram. É certo que em 1601, as tribos hostis para os colonizadores, estavam totalmente extintas e com a construção da 1ª estrada ligando São Paulo a Mogi, os habitantes de São Paulo começaram a transitar pela região. Alguns estabeleceram-se aqui como o próprio Gaspar Vaz, que deixou suas atividades em São Paulo para se dedicar a formação do povoado de Mogi.

Vista da Cidade - Bairro Socorro e Vila Oliveira

A estrada facilitou o acesso as minas, a procura do ouro e prata. Anteriormente este caminho era feito apenas pelo Tietê. Além de atrair os habitantes de São Paulo que ficaram próximos do litoral, estes também teriam a possibilidade de serem proprietários de terra para plantar, já que em São Paulo as terras já estavam tomadas.

Tapetes tradicionais na Comemoração de Corpus Christ

Essa cidade quatrocentona que está sempre mudando para melhor, ainda não oficializou a consagração do seu fundador.Existem duas teorias recorrentes:

  1. Há quem diga que Braz Cubas é o descobridor das terras mogianas. Seus partidários têm como fundamental o registro de que em 1560 o bravo fidalgo português obteve uma sesmaria ( foi um instituto jurídico português que normatizava a distribuição de terras destinadas à produção)  que vinha até as terras de hoje ocupadas por Mogi. E concluem que, recebendo essa porção de terra, Braz Cubas logo embrenhou-se pela mata e foi até o fim da propriedade, onde estabeleceu uma fazenda a fim de tomar posse efetiva das terras que lhe haviam sido doadas. Essa fazenda teria sido somente de quem nasceu em Mogi das Cruzes.
  2. Os que não concordavam com a versão, no entanto, baseiam-se no foral respectivo, em que se contém um requerimento datado dos primeiros dias de abril de 1611. Nesse documento, Gaspar Vaz e outros pediam ao Governo Dom Francisco de Souza que elevasse a povoação a vila. O processo recebeu pareceres favoráveis das demais vilas e do Capitão Gaspar Conqueiro e, afinal, a 17 de agosto de 1611, o governador despachou favoravelmente o pedido. A 1º de setembro de 1611 a nova cidade foi oficialmente instalada, sob a denominação, de Santa Anna de Mogy Mirim e a ata lavrada na ocasião registra, sintomaticamente, que seus moradores ali residiam há cerca de dez anos.

Se há divergência, assim, quanto ao ano de fundação e quanto ao fundador, todos concordam, no entanto, que o Aniversário de Mogi das Cruzes se comemore a 1º de Setembro, que é o “Dia da Cidade“.

Obra de Debret mostrando soldados oriundos da cidade em combate.

Eis algumas datas e dados de Mogi das Cruzes:

  • 1852 – Mogi exporta fumo, grão de café e algodão. No final do século, os produtores mogianos colhiam por ano, cerca de 300 mil arrobas de café.
  • 1857 – Á primeira indústria a se instalar na cidade, foi a de Aguardente.
  • 1875 – Nessa época, o melhor meio de transporte era o Trem; este ano marca a chegada da Maria Fumaça, que puxava vagões carregados de madeira e que era movida a carvão coque.
  • 1896 – O primeiro grupo escolar a ser fundado na cidade, o Cel. Benedicto José de Almeida.
  • 1899 – União para construir a Santa Casa de Misericórdia, a partir de um asilo fundado por Olegário Paiva com a colaboração de seus amigos.
  • 1900 – Inicia-se a Campanha para a construção do Teatro; líderes da comunidade lançam desafio e o Teatro Vasques é inagurado em 06 de Dezembro de 1902.
  • 1926 – É inaugurada a 1ª Agência Bancária em 14 de Outubro de 1926 – Agência do Banco Noroeste.

TERRA DO CAQUI

E porque Terra do Caqui? Simples, cerca de 35% do caqui do Brasil sai de Mogi das Cruzes. Somos o maior produtor de caqui do Estado de São Paulo, por isso a cidade é conhecida como “terra do caqui”.

Fontes: Wikipédia, Flickr e Prefeitura de Mogi das Cruzes

[Cultura] Exposição sobre poeta Fernando Pessoa no Museu da Língua Portuguesa

27/08/2010

O Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, mostra  a exposição “Fernando Pessoa, Plural Como o Universo” que ficará em cartaz até o dia 30 de janeiro.

Pela primeira vez, o Museu da Língua Portuguesa vai organizar uma exposição sobre um autor português. A curadoria fica a cargo de Carlos Felipe Moisés e Richard Zenith.

Com projeto assinado pelo cenógrafo Hélio Eichbauer, a exposição terá como identidade visual o Mar – de Sagres e todos os outros – e os diferentes tons de azul da água e do céu, remetendo à época dos descobrimentos e das grandes conquistas de Portugal, inspirada no livro “Mensagem”.

Quem visitar o Museu observará logo na sala de exposições temporárias do Museu cinco cabines, onde serão projetados trechos de poemas do próprio Fernando Pessoa e de seus heterônimos Alberto Caieiro, Ricardo Reis, Álvaro de Campos e Bernardo Soares.

Num segundo momento terá acesso a um labirinto poético que mostrará de forma criativa trechos de poesias e imagens de Fernando Pessoa. E depois o visitante poderá acompanhar a cronologia da vida-obra do poeta lusitano.

O Museu da Língua Portuguesa fica na Praça da Luz, s/nº Centro – São Paulo – SP.
Mais informações pelo fone:(11) 3326-0775

via Cultura e Diversão – IG.

[Cinema] Cabeça a Prêmio

20/08/2010

Cabeça a prêmio, que marca a estreia na direção de longas do ator e diretor de teatro Marco Ricca (O Invasor), é, até certo ponto, sobre famílias de contraventores. No caso, são os irmãos Miro (Fúlvio Stefanini, de Caixa Dois) e Abílio (Otávio Müller, de A mulher do meu amigo). Eles não chegam ao poder político e monetário dos Corleone de “O Poderoso Chefão”, mas também não são pé de chinelo, como aquela família que rouba carros em Nossa vida não cabe num opala. Os irmãos são pecuaristas e também traficantes de drogas para aumentar a renda e continuarem bem de vida.

O roteiro é assinado pelo próprio diretor e Felipe Braga e contou com a colaboração do escritor Marçal Aquino (O invasor, Matadores), autor do livro homônimo adaptado no filme. A narrativa de “Cabeça a prêmio” move-se dentro de um grupo de personagens que cercam essa família. Como figuras de ficção, alguns são mais desenvolvidos, outros não levantam o voo prometido na primeira metade – como é o caso do matador Brito, vivido por Eduardo Moscovis, cuja história torna-se acessória na trama.

Isto vem de uma mudança de foco da obra original para a adaptação cinematográfica. Há duas narrativas. A primeira se concentra em Brito e seu colega de profissão, Albano (Cássio Gabus Mendes, de Chico Xavier), e a segunda em Elaine (Alice Braga) e o piloto de avião Denis (o uruguaio Daniel Hendler, de As Leis de Família). Ela é a filha rebelde e mimada de Miro, que vive uma paixão tórrida com o funcionário do pai, cuja vida passa a correr risco à medida em que o romance do casal ganha força.

Denis é a testemunha que pode colocar o pai e o tio de Elaine na cadeia. Por isso, a moça tem um dilema moral forte e torna-se a personagem mais interessante. A certa altura, seu namorado diz que tudo dará certo para eles, ao que ela comenta: “Para tudo dar certo pra gente, é preciso que tudo dê errado para o meu pai”.

Cabeça a prêmio trabalha em cima desses personagens humanamente contraditórios que cometem crimes, mas também atos de bondade. O próprio Brito, um matador de poucas palavras e emoções contidas, explode de amor que se transforma em ciúme quando conhece uma dona de bar (Via Negromonte, de Chico Xavier). A melhor definição para estes pessoas vem de seu colega Albano: “A gente é bom. Só que está do lado errado”. Quando um grande conflito interno como esse fica evidente, é que o filme de Ricca ganha força.

A narrativa passa-se numa região fronteiriça entre Brasil, Bolívia e Paraguai, o que funciona como uma metáfora para os personagens de Cabeça a prêmio, que transitam sem muitos escrúpulos entre os dois lados da lei ou de sua moral pessoal.

Ator experiente de cinema, teatro e televisão (atualmente, na novela Ti-ti-ti), Ricca estreia na direção de cinema com segurança e boa condução dos atores e da narrativa. Alguns problemas, como o distanciamento emocional e a falta de desenvolvimento de algumas tramas não diminuem a qualidade deste trabalho promissor.

Veja o trailer

via Cineweb

via Cinema em Cena

[Cinema] “Dream team” dos filmes de ação faz a festa em “Os mercenários”

12/08/2010

Arnold Schwarzenegger, Bruce Willis e Silvester Stallone conversam animadamente dentro de uma igreja. O primeiro, com camisa florida e pose de cafajeste, tira sarro do último, que satiriza sua recente aposentadoria (do mundo do crime). “Ele quer virar presidente”, comenta para o astro da série “Duro de matar”.

Essa cena é curta, não demora nem três minutos, mas é o suficiente para fazer os fãs de filmes de ação dos anos 1980 abrirem um belo sorriso. Tal sensação resume “Os mercenários”, longa de Stallone que teve parte de suas filmagens gravadas no Brasil.

Para sua nova produção, o eterno Rocky Balboa e John Rambo escalou amigos das antigas, um time dos sonhos com os atores de filmes de pancadaria mais famosos das últimas décadas. Schwarzenegger e Willis, amigos e ex-sócios da rede de restaurantes Planet Hollywood, fazem pequenas participações – o primeiro como um mercenário concorrente, enquanto o segundo é um agente do governo americano que irá contratar o grupo comandado por Barney Ross (Stallone) para derrubar um ditador de um país fictício da América Latina.

Sua equipe só tem barra pesada. Dolph Lundgren é o descontrolado Gunner, enquanto Jason Statham é o especialista em facas Lee. Já Jet Li, um anão no meio de tantos gigantes, é o interesseiro Ying. Mickey Rourke, no melhor estilo Mickey Rourke, faz o tipo bizarro: é um tatuador motoqueiro. O canastrão Eric Roberts, como sempre, é o vilão, um ex-agente da CIA aliado do ditador Garza (David Zayas, da série “Dexter”).

Essa turma ainda teria Jean Claude Van Damme e Steven Seagal, que não quiseram participar no projeto de Stallone. Imagina o clima de festa que seria!

Latina suada e sensual
No meio de tantos gigantes de pele alaranjada (bronzeamento artificial, leia-se), rostos desfigurados por botox e bíceps inflados, destaca-se a brasileira Giselle Itié. Em sua primeira aparição no cinema internacional, ela interpreta Sandra, filha revolucionária do general que tomou posse da ilha de Vilena.

Sempre de cabelos úmidos, saia curta e pés descalços, ela faz a linha latina suada e sensual, cujo vestido insiste em escapulir dos ombros a cada corrida. “Sandra não é uma personagem sensual, é uma guerrilheira, solitária e forte. Que tem como foco derrubar a ditadura que o seu país sofre e proteger a população contra a pobreza”, discorda a atriz.

Giselle Itié, ao lado de Eric Roberts

Embalada pelos colegas de elenco, ela também dispensou dublês nas cenas de ação. Em uma delas, Sandra é torturada por “waterboarding”, técnica de simulação de afogamento. “Foi um desafio para mim. Pesquisei bastante para saber exatamente a sensação que a vítima sofre antes, durante e depois da tortura”, revela Giselle.

Metralhadora verbal
“Os mercenários” tem aquele fiapo de roteiro de sempre dos filmes de Stallone e companhia. Sobra pancadaria, corpos que se dividem ao meio no primeiro tiro de bazuca e muitas cenas de perseguições e explosões – uma, em especial, é um show de pirotecnia: Stallone e Statham, em um hidroavião, destroem um píer da cidade fluminense de Mangaratiba.

O filme é engraçado, não se leva a sério, parece até uma desculpa para amigos de longa data se reunirem e brincarem de salvarem o mundo – após deixá-lo em pedaços. O fato de ter sido gravado parcialmente no Brasil, que deve ser um bom estímulo para atrair os espectadores brasileiros, ficou manchado nas últimas semanas após certas declarações infelizes de Stallone.

Durante a feira de cultura pop Comic-Con, ele quis ser engraçado e resumiu a experiência de filmar no Brasil da seguinte maneira: “você pode matar, explodir o país e eles dizem ‘obrigado’. E ainda te dão um macaco de presente para você levar para casa!”. Depois pediu desculpas.

“Houve um mal entendido, primeiramente eu também fiquei surpresa [com a declaração] como todos os brasileiros. Com a convivência que tive com Stallone, sei o quanto ele é brincalhão”, defende Giselle.

Para piorar, depois desse mal estar a produtora brasileira O2 divulgou que a produção do filme tem uma dívida de R$ 3,8 milhões em relação aos serviços prestados durantes às filmagens no Rio. A produtora americana Nu Image/Millennium nega.

“Os mercenários” tem muitas explosões, tiros e mortes. Mas o barulho mesmo só acontece fora das telas.

Veja o trailer:

via G1- notícias em Pop & Arte.

[Concursos] A prefeitura de Santos – SP oferece 963 vagas

10/08/2010

A Prefeitura Municipal de Santos-SP, junto com a Secretaria Municipal de Gestão, através do Departamento de Gestão de Pessoas, torna público que realizará, sob a responsabilidade do Instituto Brasileiro de Administração Municipal – IBAM, Concurso Público para provimento dos cargos vagos.

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Sobre as Inscrições:

As inscrições ficarão abertas de 11 de agosto de 2010 a 30 de agosto de 2010 pela internet, através do endereço eletrônico www.ibamsp-concursos.org.br, ou no Posto de Atendimento instalado na Avenida Senador Pinheiro Machado, nº. 48, Vila Mathias, Santos-SP, no período de 24 a 31 de agosto de 2010, de segunda a sexta-feira, das 10h00 às 16h00.

O valor da taxa de inscrição varia entre R$ 55, 00 para os cargos de nível Médio e R$ 75,00 para os cargos de nível Superior.

Sobre os Cargos:

Nível Superior: As vagas estão distribuídas entre Assistente Social (50 vagas), Enfermeiro (136), Médico Veterinário (6), Médico (339), Fiscal Ambiental (10).

Nível Médio: Técnico de Enfermagem (350) e Fiscal de Posturas Municipais (72).

Para o cargo de médico são 339 vagas, sendo 161 delas de clínico geral (15 para o Programa Saúde da Família) e 178 em 32 especialidades, como acupuntura, cirurgia, cardiologia, ortopedia e ginecologia.

Sobre as Provas:

A aplicação das provas objetivas para todos os cargos está prevista para 17 de outubro de 2010 e serão realizadas na cidade de Santos-SP.

Validade do Concurso:

O prazo de validade deste concurso é de dois anos, a contar da data de homologação, prorrogável por igual período, a juízo da Administração Municipal.

Edital do Concurso: Prefeitura de Santos – SP

via Concursos e Provas

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