Vídeo da banda americana Neon Trees fazendo um cover de Juntin Bieber.
Acreditam que eles conseguiram deixar a música “Baby” ouvivel?
Confira:
Vídeo da banda americana Neon Trees fazendo um cover de Juntin Bieber.
Acreditam que eles conseguiram deixar a música “Baby” ouvivel?
Confira:
Let’s Colour é um projeto master bacana para transformar espaços cinzas com tintas das mais variadas cores possiveis.
Este vídeo foi produzido pelo diretor Adam Berg durante 4 semanas no Brasil, França, Londres e Índia. São lugares reais pintados manualmente com uma paleta que emgloba 120 cores diferentes. Nada de atores, apenas pessoas reais motivadas a mudar o espaço onde vivem.
Mais informações: http://www.letscolourproject.com/
via szilag.com
Esse é um comercial do governo americano em uma campanha para o consumo de carne vermelha. É tudo fictício claro.. Mas, vai dizer que o Rolling Stones não tão nesse pique também…
Uma coleção com as cenas de quase 40 dos mais dançantes filmes de Hollywood. De musicais à comédias, Fred Astaire à Michael Jackson, todos acompanhados pela trilha sonora do clássico da sessão da tarde “Footloose”. Arraste os móveis da sala, do escritório, quarto ou onde você estiver e dance também!
Apropriando-se de forma divertida dos clichês dos filmes de espionagem e da tradicional rivalidade entre cães e gatos, a aventura “Como Cães e Gatos – A Vingança de Kitty Galore” valoriza o gênero infantil, tirando o filme do novato Brad Peyton um pouco da rotina das produções voltadas a esse público. A produção estreia em cópias dubladas e legendadas.
Os personagens são os mesmos criados pela dupla Glen Ficarra e John Requa para o primeiro filme, “Cães e Gatos” (2001). Mas aqui o roteiro de Ron J. Friedman e Steve Bencich ganha mais liberdade para desenvolver as incríveis e performáticas missões dos cães Butch (voz de Nick Nolte na versão legendada) e Diggs (James Marsten), tendo que unir forças contra a vontade com a gata Catherine (Christina Applegate).
Tudo começa com o grande azar de Diggs, um pastor alemão atrapalhado e parceiro de um policial, Shane (Chris O’Donnell, um dos poucos papeis humanos). O cão é um tanto estabanado em suas iniciativas e provoca uma explosão. Como punição, é privado do distintivo e devolvido ao canil, apesar dos protestos de Shane.
Para sua sorte, Diggs vem sendo observado por uma espécie de serviço secreto canino e designado como novo parceiro do veterano Butch. Os dois têm pela frente um perigoso desafio – deter a gata Kitty Galore (voz de Bette Midler), que vai desencadear via satélite um mecanismo para atormentar todos os cães do planeta pela audição, tornando-os agressivos. Com isto, Galore espera que os cachorros sejam definitivamente banidos do convívio humano.
Mesmo dotados de muitos recursos – com uma coleira das mil e uma utilidades, que lembra muito as engenhocas do agente James Bond -, os dois cães não podem dispensar a ajuda da gata Catherine. Trata-se de uma agente do MIAUS, o serviço secreto felino, que também visa chegar a Galore, uma ex-integrante de suas forças.
O trio animal ganha o reforço duvidoso do pombo Seamus (Katt Williams), uma ave um tanto estúpida e tagarela que faz o papel desempenhado pelo burrinho na franquia “Shrek” – ou seja, é o pateta e o alívio cômico.
Para os adultos, algumas diversões extras são as referências à série de filmes do agente 007 – como o nome do chefe do serviço secreto felino, Tab Lazenby, inspirado no ator australiano George Lazenby, que interpretou James Bond num único filme, “A serviço de Sua Majestade” (1969). Completando a homenagem, quem dubla o personagem na versão legendada é outro intérprete de Bond, o ator inglês Roger Moore.
As referências cinematográficas são igualmente espertas e muitas vezes nada infantis – caso do personagem Mr. Tinkles, um gato prisioneiro de Alcatraz e idealizado à imagem e semelhança de Hannibal Lecter, o assassino canibal vivido por Anthony Hopkins em “O Silêncio dos Inocentes” (91).
As crianças, certamente, prestarão mais atenção à animação e aos efeitos especiais que garantem as expressões, gestos e a fala dos personagens animais com grande fidelidade e direito a muitas ousadias que seriam impossíveis com o uso de bichos de verdade – como seus voos e lutas. (Por Neusa Barbosa, do Cineweb)
Veja o trailer
via Cinema em Cena
É bom deixar claro: existe o Espiritismo e existe o filme Nosso Lar. O tema deste texto é única e exclusivamente o filme.
Nosso Lar é o longa metragem brasileiro roteirizado e dirigido por Wagner de Assis (de A Cartomante) e baseado no livro homônimo do médico André Luís, psicografado por Chico Xavier. Logo no início da trama, André Luís (Renato Prieto) morre (ou desencarna, na terminologia Espírita) e seu espírito é levado para um terrível purgatório que o filme chama de “umbral”. É ali que André tomará contato com os planos espirituais que ele sequer supunha existir, enquanto destilava arrogância e prepotência durante sua vida terrena.
Supervisionados por Geoff D. E. Scott (curiosamente o mesmo de Como Cães e Gatos 2: A Vingança de Kitty Galore, que também estreia nesta sexta-feira, 28 de agosto), os efeitos visuais são irregulares, por vezes de ótima realização, por vezes fracos. Mas, para o Bem e para o Mal, é impossível que passem despercebidos. Eles foram desenvolvidos no Canadá pela Intelligent Creatures (empresa que atou também em Babel e Watchmen – O Filme). Mais de 350 imagens de Nosso Lar têm algum tipo de inserção gerada em computadores, quantidade “nunca feita antes numa produção brasileira”, de acordo com a assessoria de imprensa do filme.
A direção de arte é a básica do tema, desde os tempos de shangri-lá: túnicas brancas, jardins verdejantes, pássaros e fontes em profusão, casas de um colorido sempre com sabor de recém-pintado. E uma inspiração arquitetônica a La Niemeyer. Se é verossímil ou não, só quem já esteve lá poderá dizer.
Com ares multinacionais, Nosso Lar não apenas teve seus efeitos desenvolvidos no Canadá como também contou com a trilha sonora do badalado norte-americano Phillip Glass e a fotografia do suíço Ueli Steiger (o mesmo de 10.000 AC).
Totalmente sintonizado com o pensamento de Allan Kardec, Nosso Lar é um filme sobre redenção, segunda chance e – principalmente – evolução. Ele opta por uma linguagem simples e direta – pode-se dizer até didática – com a finalidade de atingir o maior número possível de pessoas. Um didatismo que esbarra muitas vezes na ingenuidade, e que aponta para o catequético. No afã de não deixar arestas, prefere eliminar qualquer tipo de sutileza, para que não falhe em sua intenção doutrinária. Não é um erro, mas uma opção: perde o Cinema, ganha a Missão.
O livro Nosso Lar, no qual o filme se baseia, está em sua 60° edição no Brasil, onde vendeu cerca de 2 milhões de exemplares. Já foi traduzido para o inglês, alemão, francês, espanhol, esperanto, russo, japonês, tcheco, braile, grego e é um dos campeões de venda da literatura espírita.
O elenco – de interpretações um pouco solenes demais – traz ainda Fernando Alves Pinto, Rosanne Mulholland, Inez Viana, Werner Schünemann, e participações especiais de Ana Rosa, Othon Bastos e Paulo Goulart.
Veja o trailer
via Cineclick
Por pouco, por muito pouco.
via Caso verdade
É impressionante como esses caras conseguem ser tão ágeis e fazer um obstáculo parecer tão fácil de ser superado. Com um equilíbrio fora do comum, eles pulam de lugares realmente altos e de difícil acesso. É claro que conseguiram isso com muito treino e algumas quedas, mas no fim fica essa coreografia.
via Ela tá de Xico