[Arte] Ovelhas telefônicas

03/09/2010

Obra do escultor Jean Luc Cornec, mostra ovelhas feitas de fios de telefones e os próprios aparelhos no lugar das cabeças e patas delas. O efeito visual é incrível, pois olhando rapidamente parecem ovelhas mesmos, impressionante!

via UPDATE VISUAL

[Cultura] Exposição sobre poeta Fernando Pessoa no Museu da Língua Portuguesa

27/08/2010

O Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, mostra  a exposição “Fernando Pessoa, Plural Como o Universo” que ficará em cartaz até o dia 30 de janeiro.

Pela primeira vez, o Museu da Língua Portuguesa vai organizar uma exposição sobre um autor português. A curadoria fica a cargo de Carlos Felipe Moisés e Richard Zenith.

Com projeto assinado pelo cenógrafo Hélio Eichbauer, a exposição terá como identidade visual o Mar – de Sagres e todos os outros – e os diferentes tons de azul da água e do céu, remetendo à época dos descobrimentos e das grandes conquistas de Portugal, inspirada no livro “Mensagem”.

Quem visitar o Museu observará logo na sala de exposições temporárias do Museu cinco cabines, onde serão projetados trechos de poemas do próprio Fernando Pessoa e de seus heterônimos Alberto Caieiro, Ricardo Reis, Álvaro de Campos e Bernardo Soares.

Num segundo momento terá acesso a um labirinto poético que mostrará de forma criativa trechos de poesias e imagens de Fernando Pessoa. E depois o visitante poderá acompanhar a cronologia da vida-obra do poeta lusitano.

O Museu da Língua Portuguesa fica na Praça da Luz, s/nº Centro – São Paulo – SP.
Mais informações pelo fone:(11) 3326-0775

via Cultura e Diversão – IG.

[Cinema] Par Perfeito

27/08/2010

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Estrelada por Ashton Kutcher e Katherine Heigl, Par Perfeito é a mais nova comédia romântica do diretor Robert Luketic (de A Verdade Nua e Crua e Legalmente Loira).

Na trama, Katherine (também de A Verdade Nua e Crua) interpreta Jen, uma moça independente mas atrapalhada que, após receber um fora do namorado, parte em uma viagem romântica com os pais para a Riviera Francesa. Lá conhece Spencer (Kutcher), um rapaz que esconde sua profissão de assassino a serviço da CIA.

O casal se apaixona nas belas paisagens litorâneas e Spencer decide construir uma vida normal ao lado de Jen, deixando o seu ofício de matador. O amor entre eles floresce e, pouco tempo depois, o par é visto casado e feliz em um subúrbio americano.

A pacata vida de ambos passa por um revés quando o ex-empregador de Spencer volta para cobrar mais um serviço. Como manteve essa parte de sua vida em segredo, Spencer recusará a oferta, passando de algoz a vítima, numa espécie de queima de arquivo. Resta então ao assassino reabilitado salvar sua pele e de sua adorada mulher.

Com humor a serviço das cenas de ação, o filme explora a química entre os protagonistas. Enquanto Katherine Heigl, descoberta na série de TV Grey’s Anatomy, faz o papel de esposa enganada que passa a gostar de uma vida de aventuras, Kutcher repete as interpretações anteriores de anti-heroi engraçado, que, apesar de tudo, é um bom rapaz.

Como a produção não se importa de reciclar fórmulas, já repetidas à exaustão, sobra muito pouco de Par Perfeito, que se perde entre o ritmo lento e a total falta de conflito entre os personagens principais. Como tudo vira piada, não há uma real tensão, que deveria ser vital para a história.

Na pele dos controladores pais de Jen, Tom Selleck (o eterno Magnum) e Catherine O’Hara (de Sobrevivendo ao Natal) acabam na mesma vala de humor raso, apesar de fundamentais à trama. Ele não passa de mais um pai rigoroso e cioso de seus princípios, enquanto ela mostra-se uma alcoólatra feliz, alçada ao posto de alívio cômico.

O curioso nesta trama não é, enfim, as cenas de perseguição ou as relações entre os personagens, mas sua moral dúbia. Se é o amor que conserta, aproxima e torna todos felizes no fim, falta uma peça em Par Perfeito. O espectador mais atento poderá perceber isso no desfecho – mas revelá-lo aqui seria assassinar o final da história. (Rodrigo Zavala)

Veja o traier


via Cinema em Cena

[Cultura] Programação da Expo Mogi 450 ANOS

26/08/2010

A Prefeitura Municipal de Mogi, por meio da Secretaria de Cultura, programou vários espetáculos e apresentações artísticas para as comemorações dos 450 anos da cidade. A partir do dia 28 de agosto, em uma tenda montada dentro da estrutura preparada para as festividades, no CIP Mogilar, a população poderá assistir shows musicais com bandas e músicos mogianos, dança, coral, maracatu, espetáculos teatrais e circenses.

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Para as apresentações teatrais e circenses, a Cultura está agendando escolas e grupos interessados em assistir as peças, nos mesmos moldes que são feitos os agendamentos para o Projeto Pirimpimpim, que acontece no Vasques. Os espetáculos também têm vagas disponíveis para o público em geral que comparecer no local.

Para tanto, basta acessar o site www.cultura.pmmc.com.br e clicar no link “Expo Mogi 450”. São seis espetáculos, sendo quatro peças infantis e duas circenses, com apresentações em dois horários. (veja quadro abaixo)

A tenda tem capacidade para acomodar 450 pessoas. Durante os dias de festa, passarão pelo palco, além dos espetáculos infantis, artistas mogianos que participarão das comemorações. Para estas apresentações não será necessário agendamento.

Além da tenda, a Cultura terá um palco principal onde o Coral Canarinhos do Itapety recebe o cantor e compositor Milton Nascimento (foto), juntamente com os músicos mineiros Lô Borges e Flávio Venturini, acompanhados de um coral de 1000 vozes. Agnaldo Rayol e Sérgio Reis também são presenças confirmadas nas festividades.

Confira Programação:

Clique para ampliar


via Secretaria de Cultura de Mogi das Cruzes.

[Cinema] Cabeça a Prêmio

20/08/2010

Cabeça a prêmio, que marca a estreia na direção de longas do ator e diretor de teatro Marco Ricca (O Invasor), é, até certo ponto, sobre famílias de contraventores. No caso, são os irmãos Miro (Fúlvio Stefanini, de Caixa Dois) e Abílio (Otávio Müller, de A mulher do meu amigo). Eles não chegam ao poder político e monetário dos Corleone de “O Poderoso Chefão”, mas também não são pé de chinelo, como aquela família que rouba carros em Nossa vida não cabe num opala. Os irmãos são pecuaristas e também traficantes de drogas para aumentar a renda e continuarem bem de vida.

O roteiro é assinado pelo próprio diretor e Felipe Braga e contou com a colaboração do escritor Marçal Aquino (O invasor, Matadores), autor do livro homônimo adaptado no filme. A narrativa de “Cabeça a prêmio” move-se dentro de um grupo de personagens que cercam essa família. Como figuras de ficção, alguns são mais desenvolvidos, outros não levantam o voo prometido na primeira metade – como é o caso do matador Brito, vivido por Eduardo Moscovis, cuja história torna-se acessória na trama.

Isto vem de uma mudança de foco da obra original para a adaptação cinematográfica. Há duas narrativas. A primeira se concentra em Brito e seu colega de profissão, Albano (Cássio Gabus Mendes, de Chico Xavier), e a segunda em Elaine (Alice Braga) e o piloto de avião Denis (o uruguaio Daniel Hendler, de As Leis de Família). Ela é a filha rebelde e mimada de Miro, que vive uma paixão tórrida com o funcionário do pai, cuja vida passa a correr risco à medida em que o romance do casal ganha força.

Denis é a testemunha que pode colocar o pai e o tio de Elaine na cadeia. Por isso, a moça tem um dilema moral forte e torna-se a personagem mais interessante. A certa altura, seu namorado diz que tudo dará certo para eles, ao que ela comenta: “Para tudo dar certo pra gente, é preciso que tudo dê errado para o meu pai”.

Cabeça a prêmio trabalha em cima desses personagens humanamente contraditórios que cometem crimes, mas também atos de bondade. O próprio Brito, um matador de poucas palavras e emoções contidas, explode de amor que se transforma em ciúme quando conhece uma dona de bar (Via Negromonte, de Chico Xavier). A melhor definição para estes pessoas vem de seu colega Albano: “A gente é bom. Só que está do lado errado”. Quando um grande conflito interno como esse fica evidente, é que o filme de Ricca ganha força.

A narrativa passa-se numa região fronteiriça entre Brasil, Bolívia e Paraguai, o que funciona como uma metáfora para os personagens de Cabeça a prêmio, que transitam sem muitos escrúpulos entre os dois lados da lei ou de sua moral pessoal.

Ator experiente de cinema, teatro e televisão (atualmente, na novela Ti-ti-ti), Ricca estreia na direção de cinema com segurança e boa condução dos atores e da narrativa. Alguns problemas, como o distanciamento emocional e a falta de desenvolvimento de algumas tramas não diminuem a qualidade deste trabalho promissor.

Veja o trailer

via Cineweb

via Cinema em Cena

[Cinema] Coco Chanel & Igor Stravinsky

20/08/2010

Tudo estava acontecendo naquela Paris do início do século XX. Uma noite emblemática aconteceu em 21 de maio de 1913, na estreia do balé A Sagração da Primavera, com música de Igor Stravinsky e coreografia e dança de Vaslav Nijinsky – provocando um tumulto no Teatro Champs-Elysées que obrigou a chamar a polícia.

Na plateia, estava presente uma outra artista fora do comum – a estilista francesa Coco Chanel, que rompia os parâmetros da moda e trilhava o caminho para tornar-se o sinônimo de figurinos clássicos e classudos que ultrapassariam seu tempo. Nascia também, naquela noite de 1913, a semente de um romance que só frutificaria 7 anos depois, entre Coco e Stravinsky.

Baseado em livro de Chris Greenhalgh – que está sendo lançado no Brasil – Coco Chanel & Igor Stravinsky, de Jan Kounen, não esgota sua atração neste tórrido caso entre dois dos maiores e mais temperamentais artistas do século passado. Embora não lhe faltem belas e quentes cenas de sexo, cuidadosamente iluminadas e encenadas, o enredo coloca em primeiro plano a troca entre estas duas personalidades extremadas no momento de sua máxima criatividade.

A oportunidade para o romance se apresenta em 1920, pouco depois da Revolução Russa e da I Guerra Mundial. Exilado e pobre, Stravinsky (Mads Mikkelsen, de Depois do Casamento) aceita a hospitalidade de Coco (Anna Mouglalis) em sua vila perto de Paris, levando sua mulher Katarina (Yelena Morozova) e seus quatro filhos. Sob as asas da já rica e consagrada estilista, ele encontra sossego e apoio para dedicar-se integralmente à composição de sua música extraordinária. As faíscas explodem entre Igor e Coco, dois seres voluntariosos. E Coco está só, desde a morte de seu amado Arthur ‘Boy’ Capel (Anatole Taubman).

Não existe espaço para a culpa no espírito independente de Coco. Igor não pode admitir o mesmo – e, para ele, a dualidade de sentimentos é maior, pois Katarina é sua melhor conselheira artística, embora seu corpo esteja tão doente, afetado pela tuberculose.

Embora contaminado por alguma frieza – que em parte tem sentido, para fazer justiça ao cerebralismo dos dois protagonistas -, o filme de Kounen dá conta de forma bem mais complexa da personalidade de Coco Chanel, cuja biografia antes da fama foi retratada um tanto palidamente em Coco Antes de Chanel, de Anne Fontaine – em que se focalizava o duro caminho da ascensão social da futura estilista (aqui, Audrey Tautou).

Como se poderia esperar, os figurinos são deslumbrantes e assinados pela Casa Chanel. A francesa Anna Mouglalis, aliás, é modelo exclusiva da grife.

Veja o trailer

via Cineweb

via Cinema em Cena

[Cinema] O Último Mestre do Ar

20/08/2010

Toda a tradição do showbiz dos Estados Unidos está ligada à ideia de performance, do vaudeville à comédia stand-up. Não é difícil, então, entender por que M. Night Shyamalan tem sido tão espinafrado por lá. Cada vez mais, os filmes do diretor parecem ir contra o princípio do espetáculo.

Evidentemente, Shyamalan colabora com a crucificação – pelo menos desde 2006, quando sua rixa com a Disney serviu de tema de livro e os críticos viraram motivo de piada em A Dama na Água. Se o cineasta já parecia confortável interpretando o papel do autor incompreendido, esse processo se consumou este mês quando o estadunidense de ascendência indiana disse que seus filmes têm “uma sensibilidade europeia” que seus compatriotas não entendem.

O Último Mestre do Ar (The Last Airbender, 2010) é defeituoso, independente do continente onde seja exibido, mas está longe de ser o desastre nuclear que a crítica dos EUA pintou. Não dá pra julgar o filme sob a ótica do espetáculo se a sua proposta é o minimalismo e a interiorização. Aliás, nesse ponto, o longa é o avesso da série animada que lhe deu origem, que recorre ao humor o tempo todo, como um escape, para aliviar o peso do arco dramático.

A síntese da política antiespetáculo de Shyamalan, se dá pra chamar assim, é a maneira como ele enquadra e coreografa a ação, privilegiando os acontecimentos no segundo plano e a fluidez dos planos-sequências. É uma atitude zen por excelência – a luta de Aang (Noah Ringer) não é contra a Nação do Fogo, mas para superar o luto, encontrar sua paz interior etc. Centralizar o herói no primeiro plano e ver como ele reage (ou como não reage) a tudo o que acontece panoramicamente ao seu redor é o teste que Shyamalan impõe à concentração de Aang.

Fazer cinema zen de ação é uma contradição de termos? Talvez. Mas as escolhas de mise-en-scène têm sua justificativa; é no roteiro que está o ponto fraco. Os filmes anteriores do diretor lidavam com um volume restrito de informações – na verdade, no suspense, o essencial é omiti-las o máximo possível. Já em O Último Mestre do Ar, o primeiro trabalho de Shyamalan com um roteiro adaptado, a quantidade de dados é consideravelmente maior – afinal, toda a primeira temporada do desenho é condensada. No fim, a exposição acaba dominando a cena.

Isso significa que a maioria dos diálogos serve a um propósito funcional: sempre existe alguma informação a ser transmitida, e até na última fala do filme recebemos dados novos. Quem conhece o desenho talvez não se sinta tão perdido na torrente expositiva. Quem não conhece pode sair de O Último Mestre do Ar com a sensação de ter se afogado no didatismo.

Veja o trailer

via Omelete

via Cinema em Cena

[Cultura] Exposição terá quadros de Bob Dylan sobre Brasil

18/08/2010

Um museu na Dinamarca irá expor pinturas sobre o Brasil, feitas por ninguém menos que Bob Dylan. O histórico cantor e compositor americano, se dedica à pintura há muitos anos e já expôs suas obras em muitas ocasiões. A série sobre o Brasil foi inspirada durante as várias viagens que Dylan fez ao País. O músico pintou os quadros nos últimos meses, para exibi- los no Statens Museum for Kunst, em Conpenhagen.

A instituição convidou Dylan a expor suas obras em 2008. “Visitei o Statens Museum for Kunst, que é impressionante, e foi uma surpresa quando me pediram para criar obras especificamente para este museu”, comentou Bob.

A exposição terá cerca de 40 telas pintadas em acrílico e 8 desenhos. “Estes quadros mostram paisagens da vida cotidiana nas cidades, as favelas e o campo do Brasil… Também há quadros dramáticos sobre amores infelizes, ajustes de conta mafiosos e outras cenas que mostram o fascínio do artista pela diversidade desse país”, disse Kaspar Monrad, curador do museu.

 Um museu na Dinamarca irá expor pinturas sobre o Brasil, feitas por ninguém menos que Bob Dylan. O histórico cantor e compositor americano, se dedica à pintura há muitos anos e já expôs suas obras em muitas ocasiões. A série sobre o Brasil foi inspirada durante as várias viagens que Dylan fez ao País. O músico pintou os quadros nos últimos meses, para exibi- los no Statens Museum for Kunst, em Conpenhagen.</p> <p>A instituição convidou Dylan a expor suas obras em 2008.

O estilo Dylan é inspirado no realismo americano do início do século XX e nas afinidades profundas com pintores do século passado como o Matisse dos anos 1920“, segundo Monrad.

A exposição acontece entre 4 de setembro e 30 de janeiro. As pinturas foram compiladas em um livro “Bob Dylan – The Brazil Series“, cuja capa pode ser vista acima.

Veja algumas outras obras do cantor:

http://jornale.com.br/horasonora/wp-content/uploads/2009/09/bobdylan-1.jpg

http://jornale.com.br/horasonora/wp-content/uploads/2009/09/bobdylan-3.png

http://flavorwire.com/wp-content/uploads/2009/09/bobdylan-2.jpg

via Kiss FM

[ARTE] Mostra de Arte M’Boij

17/08/2010

O artista plástico Mogiano Kikko de Mello apresenta a Mostra de Arte M’Boiji, em homenagem aos 450 anos de Mogi das Cruzes, que acontece no dia 1 de setembro. No acervo estão dez obras que retratam, com técnicas variadas, temas sobre a cidade.

  • Local: Corredor de expansão do Mogi Shopping
  • Data: 17 de agosto, junto com o lançamento oficial do catálogo com as obras
  • Horário: 19h00 (solenidade de abertura)

A Mostra permanecerá no local até 29 de agosto.

A Mostra de Arte M’Boiji tem apoio da TC Homeclass.

Veja algumas obras do Kikko Mello em seu Flickr.

[Moda] Hollywood sempre está na moda

16/08/2010

Acontece no Shopping Iguatemi São Paulo a exposição, a partir do dia 16 de agosto, sobre o cinéfilo, estilista e colecionador Gene London.

20154 001 0001 R Hollywood sempre está na moda

Ele disponibilizou seu acervo de figurinos originais de artistas de Hollywood como Marilyn Monroe, Grace Kelly, Audrey Hepburn, Vivien Leigh, Rita Hayworth, Bette Davis, Ingrid Bergman, Elizabeth Taylor, Katharine Hepburn, Judy Garland, entre outras de uma lista enorme, incluindo nomes masculinos como Marlon Brando e Humphrey Boagart.

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Serviço – EXPOSIÇÃO “DE HOLLYWOOD PARA A MODA”
Local: Shopping Iguatemi São Paulo – Espaço Fashion – Av. Brigadeiro Faria Lima, 2232 – Jd. Paulistano
Data: 16 a 30 de agosto
Horário: Segunda a Domingo, das 10h às 22h.
Valor: Gratuito

Dica da Rachel Krishnna no twitter

via  BlogPop

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